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Existem dois tipos de inspecção, explica Rui Coutinho, director de gestão de activos da Infraestruturas de Portugal: as principais, realizadas a cada seis anos, e as de rotina, feitas todos os anos. Stampa E-mail
Giovedì 16 Agosto 2018 08:44

Manutenção e reparação em tempo “são o segredo da longevidade” das pontes

 

 Infraestruturas de Portugal espera poder lançar as obras da Ponte 25 de Abril no final do ano Rui Gaudencio

A Infraestruturas de Portugal (IP) é a entidade responsável, no nosso país, pela fiscalização de mais de sete mil obras de arte (onde se incluem as pontes rodoviárias, ferroviárias ou viadutos). Rui Coutinho, director de gestão de activos da IP, explica que existem em Portugal dois tipos de inspecção pelas quais as estruturas passam: as principais realizadas a cada seis anos e as de rotina, feitas todos os anos.

Quem é em Portugal o responsável pela fiscalização das pontes?
A IP é responsável pela gestão de um parque de 7200 obras de arte. Existem também contratos de concessão rodoviários, ferroviários, subconcessões, as câmaras municipais também têm um parque de obras de arte muito vasto.

Existe um plano de fiscalização com períodos definidos para vistoria?
Podem ser inspecções mais detalhadas a que chamamos inspecções principais, e que regra geral ocorrem de seis em seis anos, ou inspecções de rotina, que têm uma base anual e servem para identificar eventuais anomalias ou confirmar que a manutenção corrente é suficiente.

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A que resultados têm chegado?
A todas as conclusões. Temos milhares de obras de arte e, portanto, há casos em que se verifica que a manutenção corrente é suficiente; há casos em que implica uma manutenção mais aprofundada; noutros, reabilitação, e noutros a substituição. Vamos fazendo as intervenções na medida em que são necessárias.

Em que tipo de situações pode haver a decisão de fechar a ponte ao trânsito?
Podem existir circunstâncias extremas, como casos de um fenómeno sísmico em que não se consiga avaliar no momento a condição estrutural. Em geral, os encerramentos são sempre ao abrigo de intervenções de reabilitação e muitas vezes essas obras não obrigam a que a ponte não tenha utilização.

Há uma média de valor anual de investimento na recuperação e intervenção de obras de arte?
Esses valores podem variar muito de ano para ano, dependendo das obras de arte que estão a ser intervencionadas. Desde 2010 até 2017 foram feitos cerca de 250 milhões de euros em investimentos de reabilitação e manutenção de obras de arte, quer rodoviárias quer ferroviárias.

Recentemente falou-se sobre a Ponte 25 de Abril. Quando poderão começar as obras de manutenção?
Está prevista uma empreitada no valor de 18 milhões euros. Encontra-se em fase de contratação. Esperamos que no final no ano seja possível iniciarmos a intervenção na Ponte 25 de Abril. Dependerá dos prazos de contratação.

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Há um tempo médio de vida para as pontes?
Varia. Não há um padrão para a vida útil das pontes. Podem ser centenárias, podem também durar menos. Geralmente, porque os requisitos que estão associados do ponto de vista de utilização superam a sua capacidade. Têm, por vezes, de ser substituídas ou reforçadas para serem adaptadas às circunstâncias.

O elemento externo que pode ter mais influência no tempo de sobrevivência de uma estrutura destas tem a ver sobretudo com o tráfego?
O tráfego é importante, a forma como se utiliza a ponte, um tráfego que seja adequado às condições de projecto em que a ponte foi construída. É evidente que a manutenção e a reparação das anomalias dentro das janelas temporais adequadas são o segredo da longevidade das obras de arte.

 

FONTE ANA MAIA PUBLICO.PT

 
Colore e linee morbide, così Steve Jobs risollevò la Apple Stampa E-mail
Giovedì 16 Agosto 2018 08:36

Primo iMac 20 anni fa, il design si fa Pc

                                                                                                                © Copyright ANSA

 Vent'anni fa la rivoluzione del personal computer ha esordito nelle vetrine dei negozi. Era il 15 agosto del 1998, infatti, quando è entrato in commercio il primo iMac: un apparecchio coloratissimo, tutto-in-uno, dalle linee stondate con cui Apple ha applicato il design al mondo monotono - color crema - dei Pc.

Svelato il 6 maggio del 1998 da Steve Jobs, che con quel dispositivo inizia a risollevare l'azienda, l'iMac si presenta con una plastica azzurra traslucida che lascia intravedere l'interno della macchina. Il design è diverso: lontano dai classici Pc squadrati, ricorda le tv a tubo catodico degli anni Sessanta. La torre che racchiude le componenti del computer sparisce, così come le casse esterne e il lettore di floppy disk.

L'iMac è un all-in-one, integra tutto al suo interno e ha un maniglione per il trasporto inserito nella parte alta della scocca.
    Il dispositivo si rivolge a un pubblico non solo professionale, grazie a un prezzo non elevatissimo per gli standard Apple dell'epoca: 1.299 dollari che scendono a 999 negli anni successivi, quando al blu Bondi succedono 5 colori (mandarino, lime, fragola, mirtillo e uva). Nel 2000 arrivano il bianco, il grigio, il rosso, e l'anno successivo la versione floreale e quella a pois. Tutto cambia nel 2002, quando l'iMac si trasforma in uno schermo sottile montato su una base semisferica.

    L'iMac segna il ritorno di Jobs in Apple. Un ritorno salvifico per la compagnia, che grazie a una ristrutturazione aziendale passa da un rosso di 878 milioni di dollari nel 1997 a un utile di 414 milioni nel 1998. Solo negli ultimi mesi di quell'anno, sono più di mezzo milione gli iMac venduti.(ANSA).


FONTE    Laura Giannoni ANSA.IT

 

 
Spagnolo due volte campione mondo, ringrazio soprattutto tifosi Stampa E-mail
Mercoledì 15 Agosto 2018 08:31

Formula 1: Alonso lascia, nel 2019 non correrà

 Fernando Alonso lascia la Formula 1. Come conferma su Twitter la McLaren l'ex ferrarista due volte campione del mondo lo spagnolo "non correrà nel Circus nel 2019". "Ringrazio la McLaren e i miei ex team, e soprattutto i miei tifosi in tutto il mondo" il saluto dello stesso Alonso.  "Dopo 17 anni in questo sport fantastico, è per me tempo di cambiare e andare altrove. Ci sono ancora diverse gare da qui alla fine della stagione e io le disputerò con la stessa passione e impegno di sempre. Vediamo che cosa mi darà il futuro, ci sono nuove sfide dietro l'angolo". Con queste parole, dopo la conferma della McLaren, Fernando Alonso parla del suo addio alla Formula 1 dal 2019. "Ho preso questa decisione qualche mese fa e ringrazio Chase carey e Liberty Media per lo sforzo fatto per cercarmi di cambiare idea. Ringrazio tutti alla McLaren, il mio cuore sarà per sempre con loro. Sono sicuro che diventeranno più forti e miglioreranno in futuro. Era il momento giusto di lasciare la F1 e questo mi rende felice. Ringrazio infine - aggiunge l'ex ferrarista - i miei ex team, i miei rivali, i partner, i giornalisti e tutti quelli con cui ho lavorato in F1. Ma soprattutto voglio ringraziare tutti i miei tifosi sparsi nel mondo''.

 

fonte ansa.it

 
Airbus si è data l’obiettivo di tenere in aria lo Zephyr S per un mese intero Stampa E-mail
Lunedì 13 Agosto 2018 13:03

Zephyr S di Airbus stabilisce primato per aerei a energia solare

 L'aereo a energia solare e senza pilota Zephyr S, sviluppato da Airbus, ha stabilito il nuovo primato di permanenza in volo per un velivolo alimentato da questa unica fonte di energia. Zephyr S, che sfrutta la radiazione solare per alimentare i due motori a elica di cui è dotato, è rimasto in aria 25 giorni, 23 ore e 57 minuti, sfruttano appieno l'energia immagazzinata dalle batterie durante le diurne per continuare a volare di notte a un'altitudine di 20 mila metri, ben al di sopra della quota di crociera degli aerei civili.

Airbus ricorda che l'unico velivolo civile usato per volare a questa altitudine era il Concorde, insieme ai modelli militari Lockheed U-2 e SR-71 Blackbird. Airbus si è data l’obiettivo di tenere in aria lo Zephyr S per un mese intero, svolgendo un'attività che si può considerare a metà tra quella di un aereo e un satellite. Non a caso il consorzio aerospaziale europeo intende proporre Zephyr S per voli di missioni di ricognizione di lunga durata, pattugliamento di mari e frontiere terrestri, marittima, supervisione di aree colpite da calamità naturali. Già a fine 2018 il gruppo di tecnici e progettisti di Airbus che lavora ai sistemi aerei senza pilota avvierà nuovi test di volo con Zephyr S dall'aeroporto di Wyndham nell'Australia occidentale, mentre è già partito lo sviluppo di una versione più avanzata, denominata Zephyr T, che dovrebbe garantire maggiore efficienza e permanenza in aria.

FONTE TELEBORSA.IT

 
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