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A passagem do tempo tornou inevitável a “mudança da guarda”. Miguel Díaz-Canel, que não faz parte da “geração histórica”, é o homem que se segue. Stampa E-mail
Lunedì 16 Aprile 2018 08:53

Raúl põe fim à era Castro e espera que tudo fique na mesma

O partido diz-lhe para não põr em risco o que Fidel, Che, Camilo e os outros heróis revolucionários construíram. Mas tem desafios difíceis para resolver. Os cubanos pedem-lhe muito mais: “O passado já passou e o futuro é incerto.”

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16 de Abril de 2018, 7:50

 

A poucos dias de uma mudança histórica em Cuba, ainda se ouvem diferentes explicações para a anunciada saída de cena de Raúl Castro, que põe fim a uma era que marcou a História do século XX muito para além da pequena ilha das Caraíbas. Uma diz que o velho general, de 86 anos, está doente e tal como o seu irmão Fidel, o líder revolucionário de quem herdou a presidência, já não consegue responder às exigências do cargo. Outra, que é a mais repetida, é que já estava a ficar sem tempo para cumprir o seu projecto pessoal de regressar a Santiago, a cidade na ponta oriental da ilha de onde é proveniente a sua família, para viver tranquilamente a reforma no ambiente “campesino” que é o seu predilecto.

Se essa é realmente a sua ideia, ainda terá de esperar. “Ele até podia ter vontade e intenção de ir viver para o campo, mas a sede do partido é em Havana, não é em Santiago”, observa um dos habitantes da capital, que como toda a gente em Cuba sabe que a saída de Raúl do Governo, depois de cumpridos dois mandatos de cinco anos (e de um total de 13 anos de presidência), não significa o abandono da vida política para o chefe das Forças Armadas Revolucionárias. Até 2021 está previsto que se mantenha à frente do poderoso Partido Comunista de Cuba, “a força dirigente superior da sociedade e do Estado” que toma todas as decisões no país.

 

Oficialmente, diz-se que, ao ceder o seu cargo à frente do Conselho de Estado, o presidente Raúl está a cumprir a regra que ele próprio instituiu para promover a renovação dos quadros dirigentes do país e limitar o número de mandatos nas principais instituições políticas cubanas. É por isso, e porque aparentemente Raúl não estava interessado numa sucessão dinástica, que pela primeira vez nos 60 anos da Revolução Cubana, o apelido da pessoa que assumirá a representação do Estado e do Governo já não será Castro.

O escolhido

Ao que tudo indica, o futuro Presidente será Miguel Díaz-Canel, um homem que não combateu na revolução nem nunca teve carreira militar. O actual primeiro vice-presidente do país será o primeiro chefe de Estado civil e o primeiro que só conheceu o actual regime e o único partido que é legal em Cuba. Terá sido escolhido pessoalmente por Raúl Castro para assegurar a “continuidade” e garantir que a “mudança da guarda”, inevitável pela passagem do tempo, não coloca em risco o regime que foi construído por Fidel e os outros heróis revolucionários (Che Guevara, Camilo Cienfuegos), consolidado pela Guerra Fria e alimentado até aos dias de hoje com mão de ferro pela chamada “geração histórica” de dirigentes militares comunistas.

Talvez porque todos os cubanos estudam a organização política do Estado e conhecem a importância e protagonismo do primeiro secretário do partido, pelas ruas de Havana e no resto do país, a mudança na liderança do Governo está a ser encarada com algum cepticismo e uma relativa indiferença. Julgar-se-ia que um acontecimento tão simbólico e significativo como a passagem do poder das mãos da “geração histórica” para os novos membros do Partido Comunista nascidos já na vigência do sistema socialista instaurado por Fidel Castro em 1961, após a vitória da Baía dos Porcos, provocasse mais curiosidade e estimulasse maior debate na ilha. Mas, por defesa ou por cansaço, os cubanos não parecem dispostos a alimentar grandes expectativas de mudança: a experiência das últimas décadas ensinou-lhes que esses são acontecimentos raros.

 

Mais do que de uma verdadeira transição, o que está prestes a ocorrer em Cuba é uma calibrada transferência de poder — tão discreta quanto o novo Presidente, que, apesar de já levar três décadas de liderança no aparelho do Partido Comunista, é ainda um desconhecido para muitos no país. “Diz-se que será ele, mas temos de esperar para ver, até ao dia nada é certo”, respondem os cubanos, quando se pergunta por Miguel Díaz-Canel, que se espera seja nomeado e eleito pela Assembleia Nacional já a 19 de Abril, a véspera do seu 58.º aniversário. “Ele é que tem estado a ser preparado para assumir o palco. Mas Raúl vai continuar nos bastidores a dirigir a cena”, garante o dono de um dos muitos paladares (restaurante privado) que nasceram em Havana. “Seja quem for, vai ser dirigido por trás. Toda a gente sabe isso, não é nenhum segredo”, concorda um dos seus clientes.

Cabe aos 605 deputados da Assembleia Nacional (o parlamento é um órgão unicamarário que reúne duas vezes por ano) aprovar os nomes dos novos membros do Conselho de Estado e de Ministros, onde se concentra o poder executivo. E se parece assente que o novo chefe do Governo será mesmo Díaz-Canel, ainda restam dúvidas sobre o alcance da transição do poder e da mudança geracional nos altos escalões da hierarquia política cubana. Com quem é que o novo Presidente vai trabalhar? Permanecerão no cargo os dois mais importantes combatentes históricos, José Ramón Machado Ventura, o segundo secretário do partido de 87 anos, ou Ramiro Valdés, o responsável pela segurança do Estado de 85 anos?

O facto de não haver certezas não quer dizer que a transição não tenha sido cuidadosamente planeada e executada pelo Partido Comunista — cujo funcionamento se mantém propositadamente opaco — para que em Cuba fique tudo na mesma. Alguns analistas e observadores internacionais identificam diferentes correntes internas no partido, referindo a existência de fileiras mais ligadas à ortodoxia, quer por respeito aos históricos, quer por interesse na burocracia, e ao mesmo tempo uma linha de pragmáticos, designados como “reformistas”, dispostos a aceitar uma revisão do modelo económico do país.

Não subestimar o que se passa

“Esta mudança geracional é mais do que simbólica. Pessoas com uma experiência de vida diferente vêem o mundo de uma maneira diferente e por isso abordam os problemas de maneira diferente. É verdade que Raúl Castro continuará muito poderoso no seu papel de primeiro secretário do Partido Comunista, mas Díaz-Canel terá oportunidade de modelar o Governo ao instalar a sua própria equipa na liderança”, diz ao PÚBLICO William LeoGrande, vice-reitor da American University de Washington e especialista em política cubana, que não subestima o actual momento político em Cuba.

 

Transposta para as ruas de Havana, essa distinção entre ortodoxos e pragmáticos manifesta-se mais ou menos na maneira como as diferentes gerações respondem às perguntas sobre o futuro de Cuba. É na conversa com os mais velhos que ainda se sente o famoso “fervor revolucionário” alimentado por Fidel Castro e se ouvem críticas ao embargo económico que ameaça a soberania do país. “Temos de seguir em frente, respeitando as linhas traçadas pelo nosso comandante. Esse alinhamento não é para mudar”, diz um homem de cabelos brancos, que não dá o nome e que mastiga o seu charuto no café Bocoy, que se gaba de oferecer o melhor café de Cuba (tão doce que mais do que um café parece uma sobremesa). 

Para os mais jovens, a política doméstica não é uma preocupação: queixam-se mais depressa dos efeitos da eleição de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos do que da linha do Governo de Havana. E mesmo assim as críticas dizem respeito à diminuição da chegada de turistas norte-americanos à ilha, que travou o crescimento (e enriquecimento) dos negócios particulares liberalizados do sector turístico. “Depois de Obama sentimos que as coisas estavam a mudar, mas a seguir veio Trump e voltou a hostilidade. O impacto sentiu-se de imediato”, reclama Mayra Valido, que precisa de turistas para escoar a sua produção artesanal no centro de Havana.

É repetindo palavras como “incerto e imprevisível” que muitos cubanos definem o seu futuro. “O futuro do país é incerto. Ninguém sabe o que vai acontecer. Fazer previsões é quase impossível. Eu espero que as coisas melhorem, mas é difícil. Pode ser que sim, mas não creio, não me parece”, diz Jorge LeBlanche, um DJ, pintor e fotógrafo de 28 anos que aos domingos está no passeio do Prado, no centro da capital cubana, a participar na concorrida feira do saber organizada há 25 anos pelo colectivo Imagem 3 para promover artistas e desenvolver capacidades ligadas à música, artes plásticas e artesanato.

Cecilio Avilés, o director deste projecto sociocultural comunitário, responsabiliza o bloqueo (o embargo económico decretado pelo Congresso dos Estados Unidos em 1961 e que se mantém em vigor, apesar de algumas medidas de abertura a intercâmbios, investimentos e trocas comerciais e ensaiadas pela Administração de Barack Obama depois de 2015) pelo facto de Cuba ainda ser “um país subdesenvolvido”. “Por causa do bloqueio é muito difícil o financiamento necessário para fazer avançar a economia”, explica. Mas Avilés considera que Cuba tem um potencial que “poucos outros países no mundo têm, que é um potencial de inteligência”: “É a educação que nos fortalece.”

O que Fidel ensinou

A educação gratuita para todos, que além das qualificações garante também um posto de trabalho para cada aluno, está ao lado do sistema de saúde como uma das grandes conquistas revolucionárias e um pilar do sistema de que os cubanos mais se orgulham e no qual não vêem necessidade de mudanças — mesmo se cambio é o que mais reclamam para poder ter uma vida mais confortável. “Não foi isso que Fidel nos ensinou, que a revolução é mudar aquilo que precisa de ser mudado?”, questiona Esteban, um empresário que leva turistas a conhecer Havana num dos milhares de calhambeques restaurados cujo escape deixa um trilho de fumo negro nas ruas da capital. Enquanto aponta monumentos e conta histórias das disputas entre os mafiosos norte--americanos que controlavam os casinos de Cuba nos tempos da ditadura de Batista, Esteban enumera as grandes virtudes do seu país: a Saúde, a Educação e a segurança. E também os “valores humanos”, aos quais gostaria de acrescentar a liberdade de expressão. Mas, como os seus concidadãos, habituou-se a contar apenas com aquilo que tem “no presente”. “O passado já passou e o futuro é incerto”, justifica.

Onde não se distinguem idades nem profissões é nas referências às dificuldades quotidianas. A vida “está difícil” e “é muito dura”. “Sinceramente, a coisa está má, passamos um mau bocado”, desabafa Luís, um antigo bailarino de 72 anos, que depende da comida distribuída a preços controlados pelo Governo para sobreviver e não tem vergonha de pedir uma “ajuda” a turistas. “É certo que está difícil, mas já esteve pior. E nós cubanos estamos habituados a aguentar.”

Esse é o grande risco político que o novo Presidente enfrenta, diz William LeoGrande. “O novo Governo está confrontado com uma economia estagnada, cujo processo de reforma ou falhou ou foi suspenso, o que priva a população de esperança num futuro melhor. O aumento das desigualdades é certamente uma preocupação para muitos cubanos, mas seria um problema político muito menor, se as condições de vida fossem melhores”, diz. 

Por isso, aponta, o principal desafio de Días-Canel será “relançar o processo de reformas económicas para elevar o nível de vida dos cubanos”, uma missão complicada que o obrigará a “gerir o descontentamento das elites perante a expansão das críticas da opinião pública” e a “navegar a difícil relação com os Estados Unidos” depois de Donald Trump ter voltado a pôr as relações entre os dois países no congelador.

FONTE PUBLICO.PT

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Chi accetta online il 730 precompilato senza apportare modifiche non dovrà più esibire le ricevute che attestano oneri detraibili e deducibili Stampa E-mail
Lunedì 16 Aprile 2018 08:42

Modello 730, online la precompilata. Rimborsi per 9,5 miliardi

 

 Al via la corsa alla dichiarazione dei redditi: oggi 16 aprile 2018 l'Agenzia delle Entrate ha messo online circa 30 milioni di modelli che consentiranno agli italiani di recuperare almeno 9,5 miliardi di euro. Il rimborso medio che il fisco erogherà a ciascun dipendente, attraverso il proprio datore di lavoro, sarà attorno ai 900 euro, mentre l’importo medio che l’Inps restituirà a ciascun pensionato si aggirerà sugli 800 euro.

Sono queste le prime stime che sono state elaborate dall'Ufficio studi della CGIA, nel quale si evidenzia che i territori più “interessati” dall'utilizzo di questo “strumento” sono stati la Basilicata (61,6 per cento del totale dei dipendenti e pensionati residenti in questa regione), la Puglia (61,2 per cento) e il Molise (61 per cento). Tra le meno “coinvolte” segnaliamo la Sardegna (49,5 per cento), la provincia autonoma di Bolzano (48,2 per cento) e la Campania (46,4 per cento). La media nazionale si è attestata al 55,7 per cento.

“Da qualche anno il modello 730 è diventato lo strumento fiscale più amato dai contribuenti italiani per recuperare detrazioni, deduzioni e oneri ai fini Irpef - ha dichiarato il coordinatore dell’Ufficio studi dell'Associazione artigiani e piccole imprese Mestre, Paolo Zabeo - . Negli ultimi 20 anni il numero di modelli presentati è più che raddoppiato. I fattori di successo vanno ricercati nel costo abbastanza contenuto per chi si rivolge a un Caaf o a un professionista e nella relativa semplicità di compilazione per coloro che, invece, decidono di redigere in proprio il 730 via web. Oltre a ciò, va segnalato che il rimborso avviene in tempi relativamente brevi: per i dipendenti con la busta paga di luglio, per i pensionati, invece, con l’assegno di agosto o di settembre”.

Quali sono le principali voci di spesa per le quali i lavoratori dipendenti chiedono il rimborso? Nel 2017 quasi 9,9 milioni hanno presentato la dichiarazione annuale anche per recuperare le spese sanitarie (sconto fiscale medio di 150 euro pro capite), poco più di 4,3 milioni per recuperare le spese riferite alle ristrutturazioni edilizie (rimborso medio di 640 euro) e poco meno di 3,5 milioni di dipendenti per recuperare le spese assicurative (pari a 51 euro pro capite).

Tra i pensionati, invece, le domande per il recupero delle spese sanitarie hanno interessato oltre 7 milioni di persone (per un rimborso medio pro capite di 186 euro), 3,8 milioni lo hanno richiesto per le ristrutturazioni edilizie (520 euro medio di rimborso) e poco più di 1 milione lo ha chiesto per recuperare le spese assicurative (per un importo medio di 49 euro).

 

Fonte teleborsa.it

 
Estados Unidos, Reino Unido e França levaram a cabo, esta madrugada, uma operação de "bombardeamentos de precisão" na Síria, como resposta ao uso de armas químicas contra civis. Stampa E-mail
Sabato 14 Aprile 2018 09:44

EUA, Reino Unido e França atacam complexos químicos na Síria e Rússia promete reagir

 

A operação foi realizada em coordenação com Reino Unido e França, revelou o presidente dos EUA, numa declaração ao país.

Segundo o chefe de Estado Maior Conjunto dos EUA, o general Joseph Dunford, os ataques foram ordenados contra três alvos relacionados com a produção ou armazenamento de armas químicas do governo sírio: um centro de investigação científica utilizada para a "investigação, desenvolvimento e testes de armas químicas e biológicas", perto de Damasco; um depósito de armas químicas, a oeste de Homs, onde eram armazenadas as principais reservas de gás sarin; e um outro armazém e "importante centro de comandos" na mesma região.

O ministério da Defesa russo indicou que foram disparados mais de 100 mísseis nas últimas horas sobre a Síria, tendo sido intercetados "um número considerável destes". De acordo com a BBC, este foi o ataque ocidental mais significativo contra a administração de Bashar al-Assad, em sete anos de guerra civil na Síria. Com esta operação, os militares norte-americanos contam ter "atrasado em vários anos" o programas de armas químicas da Síria, através da perda de dados, material de produção e químicos para produzir as armas.

O Pentágono revelou ainda que o ataque já terminou e que foi uma ação única, não se tratando de uma operação de longo prazo. As ações desta noite não foram coordenadas com a Rússia e não terão provocado a morte de civis, segundo os responsáveis militares. A televisão síria adiantou, no entanto, que três civis ficaram feridos.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, apoiou o ataque conjunto, considerando que tal "reduzirá a capacidade do regime" de Asad de voltar a atacar a população com armas químicas. "A NATO condenou sistematicamente o uso continuado por parte da Síria de armas químicas como uma clara violação das normas e acordos internacionais", afirmou Stoltenberg em comunicado no site da instituição.

O embaixador russo nos EUA, Anatoly Antonov, garantiu que "tais ações não serão deixadas sem consequências" e considerou que Moscovo está a ser ameaçado. "Insultar o presidente da Rússia é inaceitável e inadmissível", acrescentou. E o Governo iraniano advertiu para as "consequências regionais" do ataque, considerando-o uma "flagrante violação do direito internacional".

A primeira-ministra britânica, Theresa May, já confirmou o envolvimento britânico, afirmando que "não havia uma alternativa praticável ao uso da força". No entanto, May fez questão de sublinhar que não se trata de uma "mudança de regime", mas evitar o uso de armas químicas contra civis. Segundo a BBC, o envolvimento britânico terá passado pelo uso de quatro aviões Tornado equipados com mísseis.

Emmanuel Macron também confirmou o envolvimento francês na coligação com os EUA, garantindo que se trata de uma "resposta limitada à capacidade do regime sírio em produzir e usar armas químicas". "Não podemos tolerar a normalização do uso de armas químicas", afirmou. Síria e Rússia negam que o ataque químico tenha acontecido.

 

fonte JN.PT

 
Alle 21 di New York (le 3 in Italia), il presidente Usa ha annunciato una serie di attacchi per punire il regime di Bashar al-Assad. Mosca minaccia conseguenze Stampa E-mail
Sabato 14 Aprile 2018 09:38

Trump attacca la Siria insieme a Londra e Parigi: colpiti tre obiettivi

 Le traccie di due missili sui cieli di Damasco

 A una settimana dagli attacchi con gas chimici di Douma, il presidente americano Donald Trump, alle 21 di New York (le 3 in Italia), ha annunciato una serie di attacchi mirati a siti legati ai programmi di guerra chimica per punire il regime di Bashar al-Assad, accusato dal presidente americano di aver condotto attacchi chimici “mostruosi”. L'operazione è stata coordinata con Francia e Regno Unito. Il presidente Usa ha annunciato l’attacco mentre venivano lanciati i missili su Damasco e Homs per colpire tre obiettivi mirati, legati agli attacchi chimici. Si tratta di due centri di ricerca e un magazzino di componenti chimici. Sono stati lanciati 30 missili.

"Ho ordinato alle forze armate degli Stati Uniti di lanciare raid di precisione su obiettivi associati alla capacità del dittatore siriano Bashar al-Assad di usare armi chimiche", ha dichiarato Trump alle 21:00 ora italiana (le 3:00 in Italia). "Un’operazione combinata è in corso con la Francia e la Gran Bretagna, li ringraziamo", ha aggiunto.

La difesa anti-aerea siriana è entrata in azione contro "l’aggressione americana, britannica e francese", ha reso noto la tv di stato siriana. Damasco ha dichiarato che questa operazione militare costituisce una violazione "evidente" del diritto internazionale e "avrà delle conseguenze".

MOSCA MINACCIA CONSEGUENZE - Non si è fatta attendere neanche la reazione della Russia, alleato della Siria. L’ambasciatore russo negli Stati Uniti Anatoly Antonov ha dichiarato: "i nostri avvertimenti non sono stati ascoltati" e i raid sono "un insulto" al presidente russo Vladimir Putin.

 

Fonte teleborsa.it

 
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