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L’ex presidente catalano in Danimarca per partecipare a una conferenza. Ma potrebbe essere una mossa per essere eletto Stampa E-mail
Lunedì 22 Gennaio 2018 10:45

Puigdemont sbarca a Copenaghen: i giudici spagnoli chiedono l’arresto

 

 

La mossa è studiata, ma le conseguenze ancora non sono chiare. Carles Puigdemont, candidato alla presidenza catalana e ricercato dalla giustizia spagnola, è arrivato stamattina a Copenaghen con un volo Ryanair dall’aeroporto belga di Charleroi. Ufficialmente l’ex presidente è in Danimarca per partecipare a una conferenza all’università (oggi alle due), ma il viaggio ha mandato in subbuglio i giudici spagnoli.  

Il mandato di cattura  

La procura generale di Madrid ha chiesto immediatamente di attivare il mandato di cattura europeo, che gli stessi spagnoli avevano annullato lo scorso 5 dicembre. Puigdemont ha viaggiato con un semplice bagaglio a mano e il suo ritorno è previsto per martedì o mercoledì. Ma il viaggio in Danimarca potrebbe avere una motivazione tattica: se l’ex presidente venisse arrestato potrebbe chiedere il voto delegato per il parlamento catalano, in quanto impossibilitato a essere presente alle sedute.  

L’elezione  

La prossima settimana Puigdemont vorrebbe essere eletto presidente dal parlamento catalano, ma la condizione è presentarsi al dibattito di investitura del 30 gennaio, cosa assai complicata, visto che un suo ritorno in Spagna comporterebbe l’arresto immediato. L’escamotage degli indipendentisti, eleggere il presidente per via telematica, è vietato dai regolamenti, così servirebbe una nuova forzatura per imporre la propria volontà. I numeri dicono che si può fare, il buon senso e l’esperienza recente (si rischia il carcere) fanno pensare che si troverà un altro leader.

 

FONTE  francesco olivolastampa.it

 
Procura Spagna: 'chiederemo cattura se domani lascia il Belgio' Puigdemont © EPA Stampa E-mail
Domenica 21 Gennaio 2018 18:22

'Arrestare Puigdemont in Danimarca'

 

 La procura spagnola chiederà l'attivazione di un mandato di arresto europeo contro l'ex presidente della Generalitat della Catalogna, Carles Puigdemont, se domani andrà in Danimarca, dove ha in programma di partecipare ad un dibattito all'Università di Copenhagen. Lo riferisce El Pais, citando un comunicato della procura, in cui si spiega che si vuole chiedere alle autorità danesi l'arresto e la consegna alla Spagna della "persona indagata". Puigdemont è in auto esilio a Bruxelles.

fonte ansa.it

 
Há situações semelhantes que colocam as crianças em perigo e, até agora, ninguém se pronunciou sobre elas Stampa E-mail
Domenica 21 Gennaio 2018 10:59

'Supernanny' dissecado por advogado e psicóloga: "Abusivo" mas "legal"

 Estarão os direitos das crianças efetivamente salvaguardados no programa ‘Supernanny’ exibido na antena da SIC? Terão os pais o direito de expor a imagem dos filhos perante a opinião pública? Estas são algumas das questões que o Notícias ao Minuto pretendeu responder em conversa com Frederico Marcos Assunção, advogado sénior da Dantas Rodrigues & Associados, e com Joana Alves Ferreira, psicóloga n'O Canto da Psicologia.

 A polémica que tem girado em terno do programa ‘Supernanny’, recorde-se, começou a escrever-se logo após a transmissão do primeiro episódio. E são várias as instituições dos diversos quadrantes da sociedade que têm manifestado a sua discordância com o formato do programa.

Com efeito, a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) veio a público defender que o formato televisivo em questão comporta um “elevado risco” de “violar os direitos das crianças”, sendo "manifestamente contrário ao superior interesse da criança, e podendo até produzir efeitos nefastos na sua personalidade, imediatos e a prazo".

Por sua vez, a Unicef Portugal e a Ordem dos Psicólogos Portugueses também se posicionaram nesse sentido. Aliás, a Ordem recordou, inclusive, que já tinha emitido um parecer negativo sobre o programa em março de 2016. O Instituto de Apoio à Criança (IAC) foi ainda mais longe e apresentou uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) com vista à suspensão do programa da SIC por considerar, entre outros aspetos, que contribui para que as crianças "deixem de se sentir protegidas".

Ora, para o causídico Frederico Marcos Assunção, apesar de se discutir a alegada violação do direito da imagem e do bom nome das crianças, o enquadramento legal, tal como está formulado, “não está atualizado de forma a responder a estas novas situações. Neste momento, a lei apenas exige que, quando exista intervenção num programa deste género ou similar, a participação das crianças seja devidamente autorizada pelos pais”. O problema está, acrescenta o advogado que se tem dedicado particularmente ao Direito da Família, em perceber “dentro de que limites é que este cenário poderá acontecer”. Como há “uma lacuna da lei neste sentido, não se pode dizer que no programa ‘Supernanny’ a lei não esteja a ser cumprida porque os pais autorizaram. No meu ponto de vista, esta é uma questão essencialmente de ética”, defende.

Existe, porém, um diploma “direcionado para as crianças que estão institucionalizadas”, a Lei de proteção de crianças e jovens em perigo, em que o legislador “previu esse tipo de situações, no sentido em que compete aos pais autorizarem certas medidas que coloquem em causa os direitos dos filhos, mas depois há uma comissão que pode agir” e impor um limite.

 Frederico Marcos Assunção recorda ainda que “há situações semelhantes que colocam as crianças em perigo e, até agora, ninguém se pronunciou sobre elas". Como por exemplo? "Falo concretamente de programas televisivos de culinária, onde as crianças vão confecionar alimentos usando, para tal, facas, fogão e forno, ou ainda de programas de talentos onde as crianças são humilhadas por não saberem cantar ou dançar".

Já no entender da psicóloga Joana Alves Ferreira,"tornar pública e a uma escala mediática aquilo que é a vida privada e íntima de uma família e, em especial de uma criança, terá sempre repercussões", pois o "mediatismo em nada protege os direitos das crianças, em nada protege aquilo que é ser criança".

"O custo que terá para estas famílias e crianças é impagável. Tudo isto me parece demasiado violento", afirma.

Considerando que existe, de facto, uma necessidade por parte dos pais de serem apoiados e ajudados na tarefa de educar, Joana Alves Ferreira defende que se possa falar do assunto na comunicação social numa vertente pedagógica. "Ter uma função pedagógica seria pensar estas questões, discuti-las e nunca entrar na vida privada das pessoas, sobretudo quando se trata de crianças. Um programa nestas condições não faz sentido, este registo parece-me completamente despropositado", frisa.

 Nesta senda, a especialista considera mesmo "abusivo" que se exponha a intimidade de uma criança e diz-se "preocupada com o que ela poderá perder, pois poderá sentir-se estigmatizada, observada, alvo de olhares críticos", uma exposição que, garante, "não é benéfica nem para a criança, nem para a família". "A existência deste programa ilustra e retrata uma necessidade de se pensar a parentalidade, a saúde mental da família, mas neste formato é uma inversão total de qualquer coisa que podia ser construída de forma positiva", faz sobressair.

Sobre Teresa Paula Marques, a psicóloga que dirige o programa, Joana Alves Ferreira diz que está no programa "como uma personagem". No entanto, defende que apesar de "ali estar como uma personagem, não deixa de estar a representar a função de um psicólogo".

PGR atenta, SIC irredutível

Regressando ao domínio jurídico, a dimensão do tema levou inclusive a Procuradoria-Geral da República (PGR) a abrir um “processo de promoção de proteção a favor da criança na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens”. A PGR adiantou, à Lusa, que o Ministério Público está a acompanhar “a atividade da Comissão”, no sentido de salvaguardar a proteção dos direitos das crianças.

Conforme noticiou o jornal Expresso, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Loures quer que a SIC retire do ar “todas as imagens que expõem a criança retratada no segundo episódio de ‘Supernanny’ e, em articulação com o Ministério Público, deu 48 horas à SIC para o fazer.

A SIC, por sua vez, afirma “que vai manter a exibição do programa”, estando, por isso, o próximo episódio agendado para este domingo. Para a estação televisiva, “a vertente pedagógica [do programa] é fundamental para um debate necessário - (…) e alargado à sociedade portuguesa – sobre questões como a educação familiar e a parentalidade”.

Refira-se que o formato ‘Supernanny’, emitido em 15 países, tem retratado casos de crianças indisciplinadas para as quais a ‘ama’ propõe soluções para contornar a situação.

 
Monument is more than 2,800 years old and believed to be largest in region Stampa E-mail
Sabato 20 Gennaio 2018 17:50

Ancient ‘frozen’ tomb of Scythian Prince found in Siberia

 

An untouched frozen burial mound believed to contain the remains of a Scythian royal as well as gold treasures has been discovered in Siberia.

The monument is more than 2,800 years old and is thought to be the largest Scythian princely tomb in the region.

The Scythians were nomadic warriors who originally lived in what is now southern Siberia.

Their culture flourished from around 900 BC to 200 BC, by which time their influence had been felt across Asia to the northern Black Sea.

Although they did not build settlements, the Scythians left behind large burial mounds preserved in Siberia’s permanently frozen soil, which archaeologists have explored to uncover more about them, alongside accounts by Greeks, Assyrians and Persians.

Researcher Dr Gino Caspari, from the University of Bern in Switzerland, believes he has found the earliest Scythian tomb deep in a swamp in the Russian republic of Tuva.

He made the discovery while studying satellite images of the Uyuk Valley, sometimes referred to as the Siberian Valley of the Kings due to the high number of tombs there.

Dr Caspari identified a circular structure located in a swamp along the Uyuk River and working with a Swiss-Russian team, confirmed it was likely to be a Scythian burial mound called a kurgan.

The earliest princely tombs consist of a stone packing with a circular arrangement of chambers. The walls of the chambers are made of larch logs.

Scythian burial objects typically include jewellery, pots, weapons and horse's harnesses.

Wooden beams found by Dr Caspari during the test excavation date back to the 9th century BC, predating kurgans previously uncovered and excavated in the 1970s.

According to the researchers, the tomb’s inaccessible location in a swampy terrain saved it from being looted.

“No other frozen kurgans of this size are known in Eurasia,” Dr Caspari and the researchers wrote in a paper published in the journal Archaeological Research in Asia.

“It is, however, also in danger because with the global rise in temperature these treasures are in immediate risk of being lost. Large excavation campaigns need to be carried out throughout the next years to excavate the complete object and preserve the knowledge we can gain from it.”

Between 2001 and 2004, a German team of archaeologists discovered an undisturbed burial chamber in a mound known as Arzhan 2, containing the richest collection of artefacts ever found in the Eurasian steppe.

More than 1,000 gold objects, including a solid gold necklace belonging to a Scythian prince, had been placed with the two corpses in the tomb’s main chamber, in addition to weapons, pots and horse harnesses.

Dr Caspari said in a statement he expects further finds to be unearthed in the recently-discovered mound: “If we’re lucky, we might even find some well-preserved wood carvings or carpets under the stones, or perhaps an ice mummy.”

 

source  independent.co.uk

 
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