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Scritto da Umberto Renda   

Tanks seen heading toward Zimbabwe capital: witnesses

 HARARE (Reuters) - Four tanks were seen heading toward the Zimbabwe capital Harare on Tuesday, witnesses said, a day after the head of the armed forces said he was prepared to “step in” to end a purge of supporters of the vice president who was sacked last week.

 

 President Robert Mugabe listens to his wife Grace Mugabe

 

Quattro carri armati sono stati visti dirigersi oggi verso la capitale dello Zimbabwe, Harare. A riferirlo sono alcuni testimoni e questi fatti giungono dopo che ieri il capo delle forze armate, Constantino Chiwenga, si è detto pronto a “intervenire” per porre fine a una purga di sostenitori del vice presidente, Emerson Mnangagwa, che è stato rimosso dall’incarico la scorsa settimana. Mnangagwa, da molti ritenuto il probabile successore del 93enne presidente Robert Mugabe, è stato rimosso proprio da Mugabe. Oggi il presidente, l’unico leader che il Paese abbia avuto in 37 anni di indipendenza, sta presiedendo una riunione settimanale del governo nella capitale, dove non si vedono in giro soldati e le attività sembrano procedere in modo normale. Un testimone di Reuters ha visto due tank parcheggiati accanto alla strada principale che collega Harare a Chinhoyi, a circa 20 chilometri dalla capitale. Secondo alcuni testimoni, però, i tank hanno girato prima di raggiungere Harare, dirigendosi verso il compound della Guardia presidenziale, nel sobborgo di Dzivarasekwa alle porte della città. 

“C’erano quattro carri armati e hanno girato proprio qui, potete vedere i segni sulla strada”, ha detto un testimone sull’autostrada di Chinhoyi, indicando proprio la strada che porta al compound della Guardia presidenziale, che ospita il battaglione incaricato di proteggere il presidente dello Zimbabwe. Mnangagwa, veterano delle guerre di liberazione dello Zimbabwe degli anni ’70, è benvoluto dai militari, che considerano la sua rimozione parte di una purga di figure del periodo dell’indipendenza mirato a spianare la strada a Mugabe per cedere il potere alla moglie Grace, 52 anni. “Dobbiamo ricordare a coloro che sono dietro alle attuali bravate sleali che quando si tratta di proteggere la nostra rivoluzione l’esercito non esiterà a intervenire”, aveva dichiarato ieri il capo delle forze armate Chiwenga. Grace Mugabe ha riscosso un forte successo fra la potente ala giovanile del partito al potere: ma la sua ascesa l’ha portata in conflitto con i veterani di guerra del periodo dell’indipendenza, che un tempo godevano di un ruolo privilegiato nel partito al governo sotto Mugabe, ma negli ultimi anni sono stati sempre più allontanati da alti ruoli di governo e nel partito.

A Reuters witness saw two other tanks parked beside the main road from Harare to Chinhoyi, about 20 km (14 miles) from the city. One, which was pointed in the direction of the capital, had come off its tracks.

Witnesses said the tanks turned before reaching Harare, heading toward the Presidential Guard compound in a suburb called Dzivarasekwa on the outskirts of Harare.

“There were about four tanks and they turned right here, you can see markings on the road,” one witness on the Chinhoyi highway said pointing to a road that links up to the Presidential Guard compound that houses the battalion that protects the president.

Government officials could not be reached for comment.

President Robert Mugabe, the only leader Zimbabwe has known in 37 years of independence, was chairing a weekly cabinet meeting in the capital on Tuesday.

The capital appeared calm and there were no troops in the city as business continued normally.

In an unprecedented step, the head of the armed forces, Constantino Chiwenga, openly threatened to intervene in politics on Monday, a week after Mugabe fired Vice President Emerson Mnangagwa, long seen as 93-year-old Mugabe’s likely successor.

Mnangagwa, a veteran of Zimbabwe’s 1970s liberation wars, was popular with the military, which viewed his removal as part of a purge of independence-era figures to pave the way for Mugabe to hand power to his wife Grace, 52.

“We must remind those behind the current treacherous shenanigans that, when it comes to matters of protecting our revolution, the military will not hesitate to step in,” Chiwenga said in a statement read to reporters at a news conference packed with top brass on Monday.

 

Grace Mugabe has developed a strong following in the powerful youth wing of the ruling party. Her rise has brought her into conflict with the independence-era war veterans, who once enjoyed a privileged role in the ruling party under Mugabe, but who have increasingly been banished from senior government and party roles in recent years.

Neither the president nor his wife responded immediately to the general’s remarks, but on Tuesday the head of ZANU-PF’s youth wing accused the army chief of subverting the constitution.

“Defending the revolution and our leader and president is an ideal we live for and if need be it is a principle we are prepared to die for,” Kudzai Chipanga, who leads the ZANU-PF Youth League, said at the party’s headquarters in Harare.

 

RISING TENSION

The rising political tension in the southern African country comes at a time when it is struggling to pay for imports due to a dollar crunch, which has also caused acute cash shortages.

Zimbabwe’s state media refrained from publishing Chiwenga’s statement. The Herald newspaper, which had initially posted some of Chiwenga’s comments on its official Twitter page on Monday, deleted the posts without explanation.

While Mugabe’s rule has been anchored by support from the military, the aging leader does not tolerate public challenges.

As Mugabe has systematically dismissed veterans of the liberation struggle from party posts, the top echelons of ZANU-PF are now stacked with officials who did not fight in the independence war.

Mugabe could for the first time go into next year’s elections without the active support of the military. War veterans broke ranks with him in 2016 and have vowed to form a broad front with the opposition to challenge his long rule.

Mnangagwa’s unexpected downfall last week followed months of sometimes vitriolic attacks by Grace Mugabe, who used national rallies organized by ZANU-PF youths to attack her party rivals.

Additional reporting by Ed Cropley in Johannesburg; Writing by James Macharia; Editing by Peter Graff

Our Standards:The Thomson Reuters Trust Principles.
 
FONTE INTERNET

 

 
Falar verdade é fundamental porque a mentira só obstrui a justiça. Stampa E-mail
Scritto da Umberto Renda   

Verdade ou mentira

 adv Joaquim Dantas Rodrigues

 Tem vindo a acentuar-se um aumento significativo dos crimes de falsidade de depoimento ou de falsidade de testemunho. Nos últimos cinco anos, os números duplicaram, cifrando-se, só em 2016, em 72 denúncias. Muita gente mente ao juízes.

O Código Penal prevê para este crime penas até aos quatro anos de prisão, caso se atue com intenção lucrativa ou deles venha a resultar a condenação da pessoa sobre a qual se prestou falso testemunho.

Será que existe, por assim dizer, um direito de mentir, isto é, um direito de prestar falsas declarações, seja como arguido, seja como parte processual ou testemunha? Deve-se mentir, omitindo desse modo factos verdadeiros, pelo dever de lealdade que se possa ter por um patrão, amigo ou pela família?

O direito de mentir apenas protege o arguido em processo penal, onde este pode defender-se como entender. Por esse motivo lhe foi conferido o direito de não contribuir para a sua própria incriminação, designadamente por via do exercício do direito ao silêncio.

 

Coisa diferente é mentir. Mentir para evitar uma condenação própria ou de outra pessoa não é admissível. Desvaloriza o arguido, demonstra pouca dignidade, acabando por converter o depoimento num monstro de logro corrosivo, além de devastador dos princípios.

A mentira, dentro e fora de um processo, nunca se pode justificar e torna-se incontrolável, mesmo para o advogado/defensor, o qual acaba por se transformar em cúmplice dos embustes do seu próprio constituinte, a maior parte das vezes com o fito de conseguir obter um ganho na sentença.

Os juízes, que esperam que lhes forneçam uma versão coerente dos factos, sentem-se enganados.

O processo penal deve tratar as pessoas com dignidade, dando-lhes a liberdade de depor ou de não depor. E se pretenderem prestar declarações, então falar verdade torna-se fundamental, pois a mentira só obstrui a Justiça, que nunca se deixa enganar.
 
 

fonte cmjornal.pt

em vindo a acentuar-se um aumento significativo dos crimes de falsidade de depoimento ou de falsidade de testemunho. Nos últimos cinco anos, os números duplicaram, cifrando-se, só em 2016, em 72 denúncias. Muita gente mente ao juízes.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/opiniao/detalhe/20171024_0009_verdade-ou-mentira?ref=opiniao_outras
Tem vindo a acentuar-se um aumento significativo dos crimes de falsidade de depoimento ou de falsidade de testemunho. Nos últimos cinco anos, os números duplicaram, cifrando-se, só em 2016, em 72 denúncias. Muita gente mente ao juízes. O Código Penal prevê para este crime penas até aos quatro anos de prisão, caso se atue com intenção lucrativa ou deles venha a resultar a condenação da pessoa sobre a qual se prestou falso testemunho. Será que existe, por assim dizer, um direito de mentir, isto é, um direito de prestar falsas declarações, seja como arguido, seja como parte processual ou testemunha? Deve-se mentir, omitindo desse modo factos verdadeiros, pelo dever de lealdade que se possa ter por um patrão, amigo ou pela família? O direito de mentir apenas protege o arguido em processo penal, onde este pode defender-se como entender. Por esse motivo lhe foi conferido o direito de não contribuir para a sua própria incriminação, designadamente por via do exercício do direito ao silêncio. Coisa diferente é mentir. Mentir para evitar uma condenação própria ou de outra pessoa não é admissível. Desvaloriza o arguido, demonstra pouca dignidade, acabando por converter o depoimento num monstro de logro corrosivo, além de devastador dos princípios. A mentira, dentro e fora de um processo, nunca se pode justificar e torna-se incontrolável, mesmo para o advogado/defensor, o qual acaba por se transformar em cúmplice dos embustes do seu próprio constituinte, a maior parte das vezes com o fito de conseguir obter um ganho na sentença. Os juízes, que esperam que lhes forneçam uma versão coerente dos factos, sentem-se enganados. O processo penal deve tratar as pessoas com dignidade, dando-lhes a liberdade de depor ou de não depor. E se pretenderem prestar declarações, então falar verdade torna-se fundamental, pois a mentira só obstrui a Justiça, que nunca se deixa enganar.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/opiniao/detalhe/20171024_0009_verdade-ou-mentira?utm_medium=Social
Tem vindo a acentuar-se um aumento significativo dos crimes de falsidade de depoimento ou de falsidade de testemunho. Nos últimos cinco anos, os números duplicaram, cifrando-se, só em 2016, em 72 denúncias. Muita gente mente ao juízes. O Código Penal prevê para este crime penas até aos quatro anos de prisão, caso se atue com intenção lucrativa ou deles venha a resultar a condenação da pessoa sobre a qual se prestou falso testemunho. Será que existe, por assim dizer, um direito de mentir, isto é, um direito de prestar falsas declarações, seja como arguido, seja como parte processual ou testemunha? Deve-se mentir, omitindo desse modo factos verdadeiros, pelo dever de lealdade que se possa ter por um patrão, amigo ou pela família? O direito de mentir apenas protege o arguido em processo penal, onde este pode defender-se como entender. Por esse motivo lhe foi conferido o direito de não contribuir para a sua própria incriminação, designadamente por via do exercício do direito ao silêncio. Coisa diferente é mentir. Mentir para evitar uma condenação própria ou de outra pessoa não é admissível. Desvaloriza o arguido, demonstra pouca dignidade, acabando por converter o depoimento num monstro de logro corrosivo, além de devastador dos princípios. A mentira, dentro e fora de um processo, nunca se pode justificar e torna-se incontrolável, mesmo para o advogado/defensor, o qual acaba por se transformar em cúmplice dos embustes do seu próprio constituinte, a maior parte das vezes com o fito de conseguir obter um ganho na sentença. Os juízes, que esperam que lhes forneçam uma versão coerente dos factos, sentem-se enganados. O processo penal deve tratar as pessoas com dignidade, dando-lhes a liberdade de depor ou de não depor. E se pretenderem prestar declarações, então falar verdade torna-se fundamental, pois a mentira só obstrui a Justiça, que nunca se deixa enganar.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/opiniao/detalhe/20171024_0009_verdade-ou-mentira?utm_medium=Social
Tem vindo a acentuar-se um aumento significativo dos crimes de falsidade de depoimento ou de falsidade de testemunho. Nos últimos cinco anos, os números duplicaram, cifrando-se, só em 2016, em 72 denúncias. Muita gente mente ao juízes. O Código Penal prevê para este crime penas até aos quatro anos de prisão, caso se atue com intenção lucrativa ou deles venha a resultar a condenação da pessoa sobre a qual se prestou falso testemunho. Será que existe, por assim dizer, um direito de mentir, isto é, um direito de prestar falsas declarações, seja como arguido, seja como parte processual ou testemunha? Deve-se mentir, omitindo desse modo factos verdadeiros, pelo dever de lealdade que se possa ter por um patrão, amigo ou pela família? O direito de mentir apenas protege o arguido em processo penal, onde este pode defender-se como entender. Por esse motivo lhe foi conferido o direito de não contribuir para a sua própria incriminação, designadamente por via do exercício do direito ao silêncio. Coisa diferente é mentir. Mentir para evitar uma condenação própria ou de outra pessoa não é admissível. Desvaloriza o arguido, demonstra pouca dignidade, acabando por converter o depoimento num monstro de logro corrosivo, além de devastador dos princípios. A mentira, dentro e fora de um processo, nunca se pode justificar e torna-se incontrolável, mesmo para o advogado/defensor, o qual acaba por se transformar em cúmplice dos embustes do seu próprio constituinte, a maior parte das vezes com o fito de conseguir obter um ganho na sentença. Os juízes, que esperam que lhes forneçam uma versão coerente dos factos, sentem-se enganados. O processo penal deve tratar as pessoas com dignidade, dando-lhes a liberdade de depor ou de não depor. E se pretenderem prestar declarações, então falar verdade torna-se fundamental, pois a mentira só obstrui a Justiça, que nunca se deixa enganar.

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catalunha Stampa E-mail
Scritto da Umberto Renda   

História repete-se

 21 DE OUTUBRO DE 201700:00Dantas Rodrigues

As desigualdades políticas, sociais e territoriais têm um efeito devastador sobre o funcionamento das democracias porque cegam os que detêm o poder. O que se passa atualmente na Catalunha é, entre muitas e complexas razões, uma questão de desigualdade.

Seria longo de abordar as razões históricas, sociológicas e linguísticas (para só enumerar apenas três) que envolvem a Catalunha, velho condado medieval geograficamente encravado, a norte, nos Pirenéus Orientais e que se estende, para sul, ao Mediterrâneo. Cultural e linguisticamente, compreende a Catalunha propriamente dita, as Ilhas Baleares e a região Valenciana, Andorra, franjas do Aragão, a cidade de Alghero (na Sardenha), o Rosilhão (hoje pertencente aos Pirenéus franceses) e o pequeno território do Carche (situado na região de Múrcia). Todos estes microestados, cidades, enclaves, etc., são conhecidos pelo nome de Países Catalães. Isto, evidentemente, sem referir que toda a região da Occitânia, ou seja, praticamente todo o Sul de França, tem forte influência da língua occitânica (língua d"Oc), ou seja, do provençal que se fala, com mais acento, menos acento, em toda a Catalunha. Estamos perante uma região da Europa de tamanho considerável, unida por uma mesma língua.

Além de um idioma comum, estamos também perante uma região de grande riqueza económica, o que fez sempre com que a questão do dízimo nunca fosse pacífica. Bem pelo contrário! No caso concreto da Catalunha, essa questão é bem antiga, bastando para o efeito recordar o "Corpus de Sangre", ou "Guerra dels Segadores", um conflito que se estendeu de 1640 a 1652, e que começou com uma revolta de camponeses contra os impostos exigidos pelo vice-rei da Catalunha, Dalmau de Queralt, conde de Santa Coloma, destinados aos cofres de Madrid. Essa revolta teve como consequências internas o nascimento do nacionalismo catalão e, como consequências externas, uma dupla guerra que a Espanha teve de travar com Portugal (1640-1668) e com a França (1641-1659), em ambos os casos com significativas perdas territoriais, isto é, perdeu Portugal e o Rossilhão. Refira-se de raspão que a "Guerra dels Segadores" ficou de tal maneira marcada na memória dos catalães, que é hoje o hino da Catalunha sob a designação de Cançó dels Segadors.

Isto dito, facilmente se depreende por que razões a Catalunha de hoje volta a estar mergulhada em velhos problemas que uma língua própria ajuda a confederar contra a Espanha.

E, em face das mesmas desigualdades, os políticos contemporâneos, que se consideram verdadeiros democratas, continuam a espezinhar a participação dos cidadãos. Como democratas à moda do direito natural apoiam-se na racionalidade vigente, no pressuposto do que é justo e imutável, e ameaçam com as leis. Já não passam à espada os segadors (ceifeiros) de ontem, como fez Filipe IV de Espanha e III de Portugal, mas sovam os revoltosos com a matraca da Constituição de 1978, como se ela fosse um livro sagrado, declarando desse modo a proibição à liberdade de escolha de uma solução política, jurídica, social e afetiva diferente.

Como se existisse uma norma de direito divino a impedir a existência de um novo estado independente, na Península Ibérica. Em nome de uma nação espanhola unida por um sistema constitucional em que poucos se reveem, baseado numa monarquia hereditária e num governo que se esquece daqueles que estão longe de Madrid e que, desde 2012, se nega a negociar um pacto fiscal com a Catalunha.

Os efeitos políticos da desigualdade económica aumentaram o interesse e a discussão por um sistema adequado para a Espanha. As autonomias querem evoluir para o federalismo, e isso é inegável. Fazer a reforma constitucional parece-me a via política mais adequada para evitar o confronto nas ruas e um eventual regresso aos tempos do franquismo, regime durante o qual a repressão e a agressão se impunham aos desejos das autonomias.

Mariano Rajoy parece não estar a ver a floresta mas, sim e unicamente, a árvore. Apoia-se na Constituição de 1978 e ameaça com o famoso e perigoso artigo 155.º , artigo esse que permite ao governo intervir nas comunidades autónomas e assumir todas as suas competências, retirando assim todo o poder a quem foi democraticamente eleito. Isso significará que o Tribunal Constitucional, cumprindo estritamente as ordens de Madrid, suspenda imediatamente todas as garantias constitucionais nas regiões autónomas. E como Estado de direito com legitimidade, ordenar-se-á então às forças policiais que prendam os políticos delinquentes que desejam a independência, e que foram eleitos pela mesma constituição que agora os reprime, esperando que os juízes que recusaram ao governo da Catalunha o acesso ao TEMIS 2 - uma base de dados equivalente aos nosso CITIUS, e que permite conhecer o estado dos processos judiciais em curso - os julguem e condenem.

O direito à resistência e à desobediência civil através de cujo exercício se pretende demonstrar a injustiça da lei ou da decisão governamental faz parte dos direitos universais do homem, direitos esses que se sobrepõem a todo e qualquer ato disfarçado de lei parlamentar ou constitucional.

A existirem práticas repressivas de ataque e perseguição a um grupo ou grupos por motivos políticos, nacionais ou culturais, estar-se-á perante "Crimes contra a Humanidade" como prevê o artigo 7.º do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional.

Todos devemos saber (e apreender) que as revoltas não são de hoje, nem terminaram no século passado. A Catalunha é disso um exemplo lapidar. As consequências, como se viu mais acima, foram devastadoras para a Espanha, que se viu para sempre a braços com um arreigado nacionalismo, perdeu Portugal (por outras palavras, metade do mundo consagrada pelo Tratado de Tordesilhas), perdeu o estratégico Rossilhão pirenaico, teve de assinar desvantajosos tratados de paz com a França ditados pelo matreiro Mazarino, os quais, como se já não fossem poucas as desgraças, acabariam ainda por ditar a queda dos Áustrias pertencentes à Casa de Habsburgo e a consequente ascensão da muito francesa e então inamistosa Casa de Bourbon, à qual pertence o atual rei de Espanha. Eis algo em que Moncloa e o Palácio do Oriente deviam meditar com toda a concentração e prudência, porque, em termos de revolta, já tudo se sabe e tudo foi escrito: basta unicamente os povos descerem à rua e a história repete-se...

Sócio partner da Dantas Rodrigues & Associados

 

Fonte dn.pt

 
A massive bomb attack in a busy area of the Somali capital Mogadishu has killed at least 20 people, police say. Stampa E-mail
Scritto da Umberto Renda   

Somalia: At least 20 dead in Mogadishu blast

 

Many others were wounded when a lorry packed with explosives detonated near the entrance of a hotel.

Images from the scene show the area has been completely devastated. Police say the death toll may rise.

It is not clear who staged the attack. Mogadishu is a regular target for the al-Qaeda linked al-Shabab group, which is battling the government.

Police captain Mohamed Hussein told Reuters news agency: "It was a truck bomb. There are casualties but we do not know the exact amount as the scene is still burning."

Witnesses told the BBC they believed dozens of people were dead.

 

A BBC Somali reporter at the scene said the Safari Hotel had collapsed, with people thought to be trapped under the rubble.

Mogadishu resident Muhidin Ali told news agency AFP it was "the biggest blast I have ever witnessed, it destroyed the whole area".

 

source bbc.com

 
Hackers from North Korea are reported to have stolen a large cache of military documents from South Korea, including a plan to assassinate North Korea's leader Kim Jong-un. Stampa E-mail
Scritto da Umberto Renda   

North Korea 'hackers steal US-South Korea war plans'

 

Rhee Cheol-hee, a South Korean lawmaker, said the information was from his country's defence ministry.

The compromised documents include wartime contingency plans drawn up by the US and South Korea.

They also include reports to the allies' senior commanders.

The South Korean defence ministry has so far refused to comment about the allegation.

Plans for the South's special forces were reportedly accessed, along with information on significant power plants and military facilities in the South.

Mr Rhee belongs to South Korea's ruling party, and sits on its parliament's defence committee. He said some 235 gigabytes of military documents had been stolen from the Defence Integrated Data Centre, and that 80% of them have yet to be identified.

The hack took place in September last year. In May, South Korea said a large amount of data had been stolen and that North Korea may have instigated the cyber attack - but gave no details of what was taken.

North Korea denied the claim.

South Korea's Yonhap news agency reports that Seoul has been subject to a barrage of cyber attacks by its communist neighbour in recent years, with many targeting government websites and facilities.

The isolated state is believed to have specially-trained hackers based overseas, including in China.

North Korea has accused South Korea of "fabricating" the claims.

News that Pyongyang is likely to have accessed the Seoul-Washington plans for all-out war in the Koreas will do nothing to soothe tensions between the US and North Korea.

The two nations have been at verbal loggerheads over the North's nuclear activities, with the US pressing for a halt to missile tests and Pyongyang vowing to continue them.

The North recently claimed to have successfully tested a miniaturised hydrogen bomb, which could be loaded onto a long-range missile.

In a speech at the UN in September, US President Donald Trump threatened to destroy North Korea if it menaced the US or its allies, and said its leader "is on a suicide mission".

Mr Kim responded with a rare statement, vowing to "tame the mentally deranged US dotard with fire".

Mr Trump's latest comment took the form of a cryptic tweet at the weekend, where he warned that "only one thing will work" in dealing with North Korea, after years of talks had proved fruitless. He did not elaborate further.

 

source bbc,.com

 
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