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Um único Bitcoin obteve US $ 16.340 nesta sexta-feira Stampa E-mail
Scritto da Umberto Renda   

Bitcoin e demais moedas marcaram novos recordes

 

O setor de criptografia aproximou-se de um valor total de US$ 3 a US$4 trilhões, nesta sexta-feira, marcando um novo recorde de ativos virtuais, mesmo que a unidade virtual número 1, Bitcoin – BTCUSD -, alta de 13,10%, tenha começado a primeira semana de 2018 em queda.

O mercado total de moeda virtual subiu para cerca de US $ 780 bilhões intraday. Esse é um recorde, mas relativamente pequeno em comparação com as moedas e outras commodities tradicionais, como o ouro, US$1 trilhão de ativos de mais de US $ 6 trilhões, mas aproximando o setor cibernético de um nível que sugere estar atraindo muito mais compradores institucionais.

Um único Bitcoin obteve US $ 16.340 nesta sexta-feira, quase 8%, de acordo com o site de pesquisa e notícias CoinDesk.com, destacando um ressurgimento recente pelo Bitcoin que o ajudou a diminuir a fraqueza precoce no início do ano, mesmo com moedas rivais, incluindo a Ether, Ethereum, atingindo a máxima histórica acima de US $ 3,85 e US $ 1.000, respectivamente, antes do fechamento.

Ainda assim, a Bitcoin permanece cerca de 20% de desconto no ápice de meados de dezembro, perto de US $ 20.000 e caiu para uma participação de mercado de 36% em relação aos seus rivais, em comparação com uma participação máxima acima do pico recente no início de 2017 de 86%, de acordo com o site de dados CoinMarketcap.

 

Fonte  https://www.ultimoinstante.com.br

 
Steve Bannon said a June 2016 Trump Tower meeting between the president's eldest son and a Russian lawyer was "treasonous" and "unpatriotic," Stampa E-mail
Scritto da Umberto Renda   

Bannon: 2016 Trump Tower meeting was 'treasonous'

 

(CNN)Former White House chief strategist Steve Bannon called the 2016 Trump Tower meeting between Trump campaign officials and a Russian lawyer purportedly offering damaging information about Hillary Clinton "treasonous," according to a new book obtained by The Guardian.

The book, "Fire and Fury: Inside the Trump White House" by Michael Wolff, is based on hundreds of interviews, including ones with President Donald Trump and his inner circle. According to the Guardian, Bannon addressed the June 2016 Trump Tower meeting between Donald Trump Jr., then-campaign chairman Paul Manafort, Jared Kushner and Russian operatives that was arranged when Trump Jr. agreed to meet a "Russian government attorney" after receiving an email offering him "very high level and sensitive information" that would "incriminate" Clinton.
"The three senior guys in the campaign thought it was a good idea to meet with a foreign government inside Trump Tower in the conference room on the 25th floor -- with no lawyers. They didn't have any lawyers," Bannon continued, according to the Guardian. "Even if you thought that this was not treasonous, or unpatriotic, or bad s***, and I happen to think it's all of that, you should have called the FBI immediately."
Bannon also reportedly told Wolff: "They're going to crack Don Junior like an egg on national TV."
The White House declined to comment Wednesday about Bannon's reported assertions.
Bannon also reportedly told Wolff that special counsel Robert Mueller's investigation into the Trump campaign's potential ties to Russia is centered on money laundering, saying that the White House is "sitting on a beach trying to stop a Category Five" hurricane.
 
"You realize where this is going ... This is all about money laundering. Mueller chose (senior prosecutor Andrew) Weissmann first and he is a money-laundering guy," Bannon reportedly said. "Their path to f***ing Trump goes right through Paul Manafort, Don Jr., and Jared Kushner ... It's as plain as a hair on your face."
Bannon said he believes Kushner, the White House senior adviser and the President's son-in-law, could be convinced to cooperate if Mueller probes his financial records.
"They're going to go right through that. They're going to roll those two guys up and say play me or trade me," Bannon is reported as saying, apparently referring to Trump Jr. and Kushner.
The Trump Tower meeting has been of intense interest to the congressional Russia investigators as well as Mueller.
Trump Jr. testified before House investigators last month but would not say what he and his father discussed after reports surfaced about the meeting, citing attorney-client privilege.
 
DIARIO DE NOTICIAS Stampa E-mail
Scritto da Umberto Renda   

Lá se vai o circo

 

Nesta quadra da Natividade e três dias antes da noite mágica do Natal, o nosso Parlamento vai discutir um projeto de lei apresentado pelo PAN - Pessoas Animais e Natureza, partido político que diz ocupar-se destas três coisas, não sei se todas ao mesmo tempo, se uma de cada vez. O Parlamento não podia arranjar melhor altura para encher de alegria quem ainda acredita no nascimento de Cristo. E isto porque pretende o PAN acabar de vez com a utilização de animais nos circos, proibindo todas as espécies, reencaminhando-as para reservas e, em caso de não acatamento, aplicar-lhes um regime contraordenacional e criminalizar-lhes as condutas. O projeto de lei vai certamente ser aprovado e, como é de esperar, o "Maior Espetáculo do Mundo", que é o circo, vai acabar.

Lembro-me de quando era criança e os animais ocupavam o centro da minha infância e seguiram comigo pela adolescência fora. Colecionava álbuns sobre a vida animal, deliciava-me a ver filmes com animais, e admirava as várias espécies de aves que figuravam nas lojas de venda, existentes na Rua do Arsenal ou no Mercado da Ribeira. Walt Disney ensinou-me que os animais são seres afetuosos, que a Minnie amava o Rato Mickey e o Pato Donald a Margarida. Os estúdios da Warner Bros trouxeram a aventura, a sagacidade e a bravura do coelho Bugs Bunny, do pato Duffy, do canário Piu-Piu e do gato Silvestre.

Recordo-me ainda dos burros ou das mulas com atrelado que transportavam produtos hortícolas e galináceos em gaiolas para os mercados e o que sobrava era vendido nos bairros onde contavam com freguesia certa. Depois foram desaparecendo da cidade. Hoje, os animais citadinos são os domésticos, que vivem connosco, e os ratos, porque Lisboa já não é todas as noites lavada a agulheta e as sarjetas não são desentupidas.

Os pretensos caminhos civilizacionais nem sempre seguem linhas retas, mas sim linhas tortuosas, como esta que nos quer impor o fim do circo tradicional. Uma pista de circo tem 13 metros de comprimento, porque é a distância mínima para que um cavalo possa correr a galope. O circo é os animais, os palhaços e os trapezistas. É também o mestre-de-cerimónias que anuncia os respetivos números, muitas vezes aportuguesando nomes supostamente estrangeiros.

Quanto aos animais, sejam eles o elefante, o leão, o tigre, os cavalos ou os cães, esses conferem grandiosidade ao espetáculo e permitem a proximidade com o público, sobretudo com as crianças. Por isso, a proibição que se avizinha, para além de empobrecer o circo, não vai proteger os animais, antes afastando-os do convívio humano para reservas, onde uns quantos iluminados entendem que os animais que tanto dizem proteger vivem felizes. Tal como os índios nos EUA ou no Canadá.

O paradoxo é que se acaba com os animais no circo, mas existem outras atividades culturais e não culturais que utilizam animais para o entretenimento: os espetáculos de golfinhos e de leões-do-mar, nos parques aquáticos, os campeonatos de dressage da Federação Portuguesa Equestre, as corridas e largadas de touros, os campeonatos de pombos-correios, etc.

No que diz respeito ao circo, aí parece não haver preocupação em ver que um circo sem animais não é circo, antes se transformando num espetáculo de poesia, teatro e acrobacia, belo, sem dúvida, como aquele que é praticado pelo famoso, riquíssimo e barroco Cirque du Soleil, mas que é tudo menos circo. O circo com animais passará a ser digital, lembrando os videojogos, em que os domadores lidarão com as feras, e assim será conhecido pelas novas gerações às quais já há muito roubaram os palhaços para os transferir para outros circos.

Sócio partner da Dantas Rodrigues & Associados

 
Talvez seja este o caminho a seguir para nos protegermos de políticos desonestos e sem escrúpulos que fazem da corrupção um modo de vida. Stampa E-mail
Scritto da Umberto Renda   

Combater a corrupção

 

 

Um dos mistérios do nosso tempo é a disseminação da corrupção pelo tecido social, tal como acontece com as metástases de um cancro. E como até ao momento (pelo menos assim parece) não tem havido tratamento eficaz para tamanha doença social, só restam os protestos que contra ela são globais, desde a Índia, México, Brasil, Guatemala, Argentina, até à Coreia do Sul, passando pela Rússia ou pela Tailândia e, em boa verdade, por todos os países que no mapa-múndi se inscrevem. É assim que, por todo o lado, se assiste diariamente nas diferentes cadeias de televisão a manifestações nas ruas contra políticos e empresários corruptos.

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A corrupção é um polvo (como na famosa série italiana dos anos 80) que confunde “amizade”, “prendas” e “favores”, pondo ao serviço dos seus interesses inconfessáveis e privados os imensos poderes de que dispõem os políticos detentores de cargos públicos, que facilmente caem nas graças ou fazem amizade com empresários de elite.

Deste lamaçal de políticos inconsistentes, pusilânimes e (muitos deles) necessitados, e empresários manhosos, emergiu agora uma nova maneira de fazer política, com um estilo particularmente chamativo, comunicando pelas redes sociais tudo aquilo que as massas votantes querem ouvir sobre o combate à corrupção. Por isso, não surpreende que os governos da Venezuela, de Cuba ou do Irão usem e abusem de processos anticorrupção para afastar opositores políticos, para grande gáudio das multidões que passam os dias (e as noites) agarradas ao Facebook. É assim que a corrupção se tem ultimamente tornado numa arma de arremesso fatal para aqueles a quem se destina, e facilmente justificável para o cidadão votante.

Vêm estas considerações a propósito das insólitas purgas lançadas na Arábia Saudita pelo príncipe herdeiro Mohammed Bin Salman, detendo para interrogatório, no Hotel Ritz-Carlton de Riad, 201 empresários por suspeita de se terem aproveitado de 100 mil milhões de dólares durante a última década em negócios que lesaram aquele riquíssimo Estado do Golfo Pérsico, um dos mais discricionários do mundo. As autoridades sauditas, que nunca se distinguiram pela probidade e pela circunspeção, congelaram mais de 1700 contas bancárias dos suspeitos. Claro está que os detentores dessas contas não são santos, mas, vindo de quem vem, um tal súbito e enérgico combate à corrupção parece-me, no mínimo, estranho.

Portugal, como é óbvio, não tem sido imune ao flagelo da corrupção. Casos não nos faltam, logo a começar por termos um ex-primeiro-ministro a contas com a justiça, e difícil, ou mesmo impossível, é elegermos sempre políticos verdadeiramente íntegros. Mas como, e toda a gente sabe, político não rima com integridade, ao menos temos a obrigação de criar mecanismos que nos protejam da fraude, que nos protejam da corrupção.

 

Fundamental seria, por exemplo, retirar das funções do Tribunal Constitucional a guarda das declarações de rendimentos dos políticos, e criar-se uma alta autoridade para a transparência da vida pública, à qual todos os titulares de cargos políticos e equiparados (deputados, membros do governo, do Conselho de Estado, do Tribunal Constitucional, das câmaras municipais, titulares de cargos por nomeação governativa ou camarária, gestores de empresas públicas, etc.) deveriam entregar uma declaração de bens e de interesses. Um inventário completo do património existente na esfera privada, contendo uma descrição minuciosa com a data, o preço de compra e o valor atual de propriedades, valores mobiliários (ações, obrigações, fundos de investimento), seguros de vida, contas bancárias e outros meios de riqueza, tais como automóveis, barcos de recreio, etc. Depois de tudo se encontrar devidamente registado, quem se “esquecesse” de declarar uma parte do seu património, omitisse bens existentes no exterior ou indicasse valores falsos de aquisição ou de valorização, sujeitava-se a multa e, acessoriamente, à proibição do exercício de funções públicas.

Talvez seja este o caminho a seguir para nos protegermos de políticos desonestos e sem escrúpulos que fazem da corrupção um modo de vida. A corrupção é um mal social a que tem de se dar incessante combate. 

 J.DANTAS RODRIGUES

O autor escreve segundo o novo Acordo Ortográfico

 

FONTE  PUBLICO.PT

 
BREAKING NEWS Stampa E-mail
Scritto da Umberto Renda   

New York explosion: 1 in custody after blast at Port Authority bus station

 Police respond to an explosion at the Port Authority bus terminal on Monday in New York.

 An explosion struck the Port Authority bus terminal at 42nd Street and Eighth Avenue near Times Square on Monday morning, injuring four people and causing chaos in one of the busiest commuter hubs in the city, authorities said.

A man is in custody, the New York Police Department said in a tweet, and he is among the four people suffering non-life-threatening injuries after the blast, according to the New York City Fire Department.
The A, C and E subway lines were evacuated, NYPD Sgt. Brendan Ryan said. The subway entrance on Eighth Avenue and the bus terminal are closed, the Port Authority said in a tweet, adding that there was still police activity in the area.
 
Francisco Ramirez said he heard two explosions as he was exiting a bus about 7:45 a.m. ET. He heard both blasts distinctly even though he was wearing headphones.
"From what I saw it sounded like it came from the subway, but I'm just guessing," he said. "It was two distinct explosions seconds from each other. As I was making my way toward the outside, I kept getting shoved by cops and there were cops at every entrance blocking and there was police and SWAT everywhere.
 
 
 

Shortly after reports of an explosion surfaced, pictures popped up on social media apparently showing a police bomb-squad truck arriving at the scene. Videos from the area shows dozens of armed police officers and several ambulances rushing to the scene.

"There was a stampede up the stairs to get out," Diego Fernandez, a commuter at Port Authority, told Reuters. "Everybody was scared and running and shouting."

New York City last suffered a terror attack on October 31, when Saipov Sayfullo drove a rented truck down a pedestrial trail on the Manhattan's west side, killing 8.

The police say that the blast took place at about 7:25 a.m. ET, during the morning rush hour. The Port Authority bus terminal was evacuated, the streets around the terminal were closed, and subway lines were rerouted around both Port Authority and the connecting Times Square stop. Find information about train delays and rerouting here.

Port Authority is a critical transit hub for commuters entering New York City.

In 2016, the terminal saw a more than quarter of a million daily trips at the terminal.

 

SOURCE  Ryan Wood (@RyanWoodDFW) December 11, 2017

 
 
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