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Lunedì 23 Aprile 2018 20:32

1 dead, 7 others hospitalized after van strikes pedestrians near Yonge and Finch

 

 The CTV News Toronto Chopper captured aerial footage from a developing scene where police say numerous pedestrians were hit by a van on April 23, 2018.

One person is dead and seven others are in a Toronto hospital fighting for their lives after a van mounted a curb in the city’s Yonge and Finch area, striking “numerous pedestrians” in its path.

Toronto police say were first called to the area at around 1:27 p.m. for reports of a collision where “eight to 10 pedestrians” were struck.

Sunnybrook Hospital later confirmed that eight people had been admitted to their trauma centre for treatment.

 

Of the victims, they said one arrived without vital signs and was later pronounced dead. Five others remain in critical condition, one person is in serious condition and another is in fair condition.

Suspect arrested, van seized

Police later arrested one man and seized a white van during a dramatic takedown a short distance away from the initial scene.

Witnesses reported seeing a white van "crashing into everything" before being apprehended on a sidewalk on Poyntz Avenue, just south of Sheppard Avenue West.

A man was seen next to a white rental van, pointing what appeared to be a gun at police officers. Officers could be heard shouting, “get down!”

After a brief standoff, the suspect could be seen dropping whatever was in his hands, as police quickly surround him and took him into custody.

Sources told former police homicide detective and CP24 crime specialist Steve Ryan that the suspect at one point was asking police to shoot him.

The front-end of the white van appeared damaged with the hood of the vehicle bent open.

Video from the CTV News Toronto helicopter showed paramedics treating several people near what appeared to be blood stains on the sidewalk.

“I turned my head and I saw the van hitting a man walking through the intersection,” one witness told CP24. “We stayed with the man to make sure he was okay… He was conscious… He hung in there. I hope he’s going to be alright.

The same witness said he saw some people “lying on the sidewalk in pools of blood.”

“I feel sick to my stomach,” he said. “What can I say… I’ve never seen anything like this before.”

Police have shut down the Yonge and Finch intersection.

The TTC says there is no service on Line 1 between Sheppard and Finch stations due to the police investigation. There will be no shuttle bus service to supplement the closure.

A police staff sergeant is headed to the area to provide more information however he has yet to update media on the police investigation.

Cardinal Carter Academy for the Arts has also been place under a hold and secure.

Political leaders weigh in on developing situation

Toronto Mayor John Tory says he’s been in touch with Chief Mark Saunders about the developing situation.

“There has been a very tragic incident at Yonge St. and Finch Ave. My thoughts are with those affected by this incident and the frontline responders who are working to help those injured,” Tory wrote in an statement.

“I have spoken to Chief Mark Saunders and my office is being updated by Toronto Fire, EMS, TTC and the acting City manager. I am on my way to Mel Lastman Square right now for an update on the situation. I have offered any and all assistance that the City can provide to police to help this investigation.”

Prime Minister Justin Trudeau also commented about situation shortly before a session in the House of Commons.

"Obviously we're just learning about the situation in Toronto. Our hearts go out to anyone affected," Trudeau said on Monday afternoon. "We're going to obviously have more to learn and more to say in the coming hours."

Premier Kathleen Wynne also weighed in on the incident and thanked first responders for “caring for victims and witnesses.”

“My thoughts are with everyone affected,” she wrote on Twitter. “We’re following the situation closely – working with our federal and municipal partners.”

 

SOURCE  toronto ctvnews.ca

 
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Giovedì 19 Aprile 2018 11:08

Um mundo pleno de interrogações

 Adv Dantas Rodrigues

 

Os mercados laborais de Portugal, Espanha e França estão instáveis e os políticos, uns por pressão dos sindicatos, outros a mando dos chamados grandes empregadores, querem alterar as leis do trabalho.

A ideia, em teoria, parece excelente. Porém, o pior é como levá-la à prática, sem ter de suportar constantes greves e aguerridas manifestações de rua como, por exemplo, as que se verificam em França no preciso momento em que me encontro a escrever este artigo. No nosso caso, onde também existe pressão dos sindicatos e onde os grandes empregadores também dão ordens aos políticos, a ambição de alterar as leis do trabalho é, todavia, menor.

Assim, no que nos diz respeito, propõe-se a bem dizer o controlo dos empregadores, desmaterializando o contrato de trabalho, passando a existir, no seu lugar, um "contrato digital" que será registado na plataforma da Segurança Social. Dito de outro modo, os deveres dos empregadores quanto ao pagamento das contribuições a que eles estão obrigados passarão a ser objeto de vigilância eletrónica.

Tirando este aspeto mais particular que nos distingue dos outros dois países acima referidos, a nova legislação laboral pretende ainda reduzir a duração e as renovações dos contratos a termo certo e incerto, introduzir limites ao número de renovações do contrato de trabalho temporário, eliminar a norma que permite a contratação a termo para postos de trabalho permanentes de jovens à procura do primeiro emprego e, por último, criar uma nova taxa adicional anual, entre 1% e 2%, a aplicar às empresas com excessivos contratos a prazo, a qual se destinará a ser paga à Segurança Social.

O mercado de trabalho tem vindo a mudar radicalmente, tornando desse modo difícil, senão mesmo impossível, encontrar um cargo profissional para toda a vida. A mundialização da economia, as novas tecnologias e, agora, a imigração massiva a que atualmente se assiste na Europa mudaram a própria natureza do trabalho, tanto ao nível da oferta como ao nível da procura.

Cada vez mais, ao longo da vida, as pessoas vão ter de exercer trabalhos diferentes (e não uma profissão), e terão, talvez num futuro não muito distante, de trabalhar mais de forma independente (autoemprego), individualizando as relações laborais.

Ao jeito dos contratos da Ryanair, celebrados através de brokers (intermediários) ou por intermédio de sociedades sediadas fora de Portugal em contrato de autoemprego (self-employment), sem qualquer tipo de vínculo laboral com as empresas, é aquilo que espera as novas gerações.

A Segurança Social que o pós-guerra universalizou na Europa será gerida individualmente pelo trabalhador, libertando desse encargo a empresa. Passará a ser uma espécie de seguro social. A flexibilidade laboral será o novo código genético das futuras relações de trabalho. Trabalhar-se-á mais a tempo parcial para compatibilizar a flexibilidade do empregador com a vontade dos trabalhadores em conciliar outras atividades vitais, tais como a maternidade ou a paternidade, estudar ou simplesmente trabalhar para vários empregadores.

Acredite-se ou não, postos de trabalho para a vida, contratos de trabalho localizados e taxas ou contribuições sobre o trabalho a pagar ou a cobrar pelas empresas empregadoras têm o fim anunciado, e bem mais cedo do que muitos pensam. Só não se sabe é quando. Temos pela frente, sem dúvida, um mundo pleno de interrogações.

 

FONTE Adv Dantas Rodrigues  Sócio Partner da Dantas Rodrigues & Associados

DN.PT

 
A passagem do tempo tornou inevitável a “mudança da guarda”. Miguel Díaz-Canel, que não faz parte da “geração histórica”, é o homem que se segue. Stampa E-mail
Lunedì 16 Aprile 2018 08:53

Raúl põe fim à era Castro e espera que tudo fique na mesma

O partido diz-lhe para não põr em risco o que Fidel, Che, Camilo e os outros heróis revolucionários construíram. Mas tem desafios difíceis para resolver. Os cubanos pedem-lhe muito mais: “O passado já passou e o futuro é incerto.”

  e

16 de Abril de 2018, 7:50

 

A poucos dias de uma mudança histórica em Cuba, ainda se ouvem diferentes explicações para a anunciada saída de cena de Raúl Castro, que põe fim a uma era que marcou a História do século XX muito para além da pequena ilha das Caraíbas. Uma diz que o velho general, de 86 anos, está doente e tal como o seu irmão Fidel, o líder revolucionário de quem herdou a presidência, já não consegue responder às exigências do cargo. Outra, que é a mais repetida, é que já estava a ficar sem tempo para cumprir o seu projecto pessoal de regressar a Santiago, a cidade na ponta oriental da ilha de onde é proveniente a sua família, para viver tranquilamente a reforma no ambiente “campesino” que é o seu predilecto.

Se essa é realmente a sua ideia, ainda terá de esperar. “Ele até podia ter vontade e intenção de ir viver para o campo, mas a sede do partido é em Havana, não é em Santiago”, observa um dos habitantes da capital, que como toda a gente em Cuba sabe que a saída de Raúl do Governo, depois de cumpridos dois mandatos de cinco anos (e de um total de 13 anos de presidência), não significa o abandono da vida política para o chefe das Forças Armadas Revolucionárias. Até 2021 está previsto que se mantenha à frente do poderoso Partido Comunista de Cuba, “a força dirigente superior da sociedade e do Estado” que toma todas as decisões no país.

 

Oficialmente, diz-se que, ao ceder o seu cargo à frente do Conselho de Estado, o presidente Raúl está a cumprir a regra que ele próprio instituiu para promover a renovação dos quadros dirigentes do país e limitar o número de mandatos nas principais instituições políticas cubanas. É por isso, e porque aparentemente Raúl não estava interessado numa sucessão dinástica, que pela primeira vez nos 60 anos da Revolução Cubana, o apelido da pessoa que assumirá a representação do Estado e do Governo já não será Castro.

O escolhido

Ao que tudo indica, o futuro Presidente será Miguel Díaz-Canel, um homem que não combateu na revolução nem nunca teve carreira militar. O actual primeiro vice-presidente do país será o primeiro chefe de Estado civil e o primeiro que só conheceu o actual regime e o único partido que é legal em Cuba. Terá sido escolhido pessoalmente por Raúl Castro para assegurar a “continuidade” e garantir que a “mudança da guarda”, inevitável pela passagem do tempo, não coloca em risco o regime que foi construído por Fidel e os outros heróis revolucionários (Che Guevara, Camilo Cienfuegos), consolidado pela Guerra Fria e alimentado até aos dias de hoje com mão de ferro pela chamada “geração histórica” de dirigentes militares comunistas.

Talvez porque todos os cubanos estudam a organização política do Estado e conhecem a importância e protagonismo do primeiro secretário do partido, pelas ruas de Havana e no resto do país, a mudança na liderança do Governo está a ser encarada com algum cepticismo e uma relativa indiferença. Julgar-se-ia que um acontecimento tão simbólico e significativo como a passagem do poder das mãos da “geração histórica” para os novos membros do Partido Comunista nascidos já na vigência do sistema socialista instaurado por Fidel Castro em 1961, após a vitória da Baía dos Porcos, provocasse mais curiosidade e estimulasse maior debate na ilha. Mas, por defesa ou por cansaço, os cubanos não parecem dispostos a alimentar grandes expectativas de mudança: a experiência das últimas décadas ensinou-lhes que esses são acontecimentos raros.

 

Mais do que de uma verdadeira transição, o que está prestes a ocorrer em Cuba é uma calibrada transferência de poder — tão discreta quanto o novo Presidente, que, apesar de já levar três décadas de liderança no aparelho do Partido Comunista, é ainda um desconhecido para muitos no país. “Diz-se que será ele, mas temos de esperar para ver, até ao dia nada é certo”, respondem os cubanos, quando se pergunta por Miguel Díaz-Canel, que se espera seja nomeado e eleito pela Assembleia Nacional já a 19 de Abril, a véspera do seu 58.º aniversário. “Ele é que tem estado a ser preparado para assumir o palco. Mas Raúl vai continuar nos bastidores a dirigir a cena”, garante o dono de um dos muitos paladares (restaurante privado) que nasceram em Havana. “Seja quem for, vai ser dirigido por trás. Toda a gente sabe isso, não é nenhum segredo”, concorda um dos seus clientes.

Cabe aos 605 deputados da Assembleia Nacional (o parlamento é um órgão unicamarário que reúne duas vezes por ano) aprovar os nomes dos novos membros do Conselho de Estado e de Ministros, onde se concentra o poder executivo. E se parece assente que o novo chefe do Governo será mesmo Díaz-Canel, ainda restam dúvidas sobre o alcance da transição do poder e da mudança geracional nos altos escalões da hierarquia política cubana. Com quem é que o novo Presidente vai trabalhar? Permanecerão no cargo os dois mais importantes combatentes históricos, José Ramón Machado Ventura, o segundo secretário do partido de 87 anos, ou Ramiro Valdés, o responsável pela segurança do Estado de 85 anos?

O facto de não haver certezas não quer dizer que a transição não tenha sido cuidadosamente planeada e executada pelo Partido Comunista — cujo funcionamento se mantém propositadamente opaco — para que em Cuba fique tudo na mesma. Alguns analistas e observadores internacionais identificam diferentes correntes internas no partido, referindo a existência de fileiras mais ligadas à ortodoxia, quer por respeito aos históricos, quer por interesse na burocracia, e ao mesmo tempo uma linha de pragmáticos, designados como “reformistas”, dispostos a aceitar uma revisão do modelo económico do país.

Não subestimar o que se passa

“Esta mudança geracional é mais do que simbólica. Pessoas com uma experiência de vida diferente vêem o mundo de uma maneira diferente e por isso abordam os problemas de maneira diferente. É verdade que Raúl Castro continuará muito poderoso no seu papel de primeiro secretário do Partido Comunista, mas Díaz-Canel terá oportunidade de modelar o Governo ao instalar a sua própria equipa na liderança”, diz ao PÚBLICO William LeoGrande, vice-reitor da American University de Washington e especialista em política cubana, que não subestima o actual momento político em Cuba.

 

Transposta para as ruas de Havana, essa distinção entre ortodoxos e pragmáticos manifesta-se mais ou menos na maneira como as diferentes gerações respondem às perguntas sobre o futuro de Cuba. É na conversa com os mais velhos que ainda se sente o famoso “fervor revolucionário” alimentado por Fidel Castro e se ouvem críticas ao embargo económico que ameaça a soberania do país. “Temos de seguir em frente, respeitando as linhas traçadas pelo nosso comandante. Esse alinhamento não é para mudar”, diz um homem de cabelos brancos, que não dá o nome e que mastiga o seu charuto no café Bocoy, que se gaba de oferecer o melhor café de Cuba (tão doce que mais do que um café parece uma sobremesa). 

Para os mais jovens, a política doméstica não é uma preocupação: queixam-se mais depressa dos efeitos da eleição de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos do que da linha do Governo de Havana. E mesmo assim as críticas dizem respeito à diminuição da chegada de turistas norte-americanos à ilha, que travou o crescimento (e enriquecimento) dos negócios particulares liberalizados do sector turístico. “Depois de Obama sentimos que as coisas estavam a mudar, mas a seguir veio Trump e voltou a hostilidade. O impacto sentiu-se de imediato”, reclama Mayra Valido, que precisa de turistas para escoar a sua produção artesanal no centro de Havana.

É repetindo palavras como “incerto e imprevisível” que muitos cubanos definem o seu futuro. “O futuro do país é incerto. Ninguém sabe o que vai acontecer. Fazer previsões é quase impossível. Eu espero que as coisas melhorem, mas é difícil. Pode ser que sim, mas não creio, não me parece”, diz Jorge LeBlanche, um DJ, pintor e fotógrafo de 28 anos que aos domingos está no passeio do Prado, no centro da capital cubana, a participar na concorrida feira do saber organizada há 25 anos pelo colectivo Imagem 3 para promover artistas e desenvolver capacidades ligadas à música, artes plásticas e artesanato.

Cecilio Avilés, o director deste projecto sociocultural comunitário, responsabiliza o bloqueo (o embargo económico decretado pelo Congresso dos Estados Unidos em 1961 e que se mantém em vigor, apesar de algumas medidas de abertura a intercâmbios, investimentos e trocas comerciais e ensaiadas pela Administração de Barack Obama depois de 2015) pelo facto de Cuba ainda ser “um país subdesenvolvido”. “Por causa do bloqueio é muito difícil o financiamento necessário para fazer avançar a economia”, explica. Mas Avilés considera que Cuba tem um potencial que “poucos outros países no mundo têm, que é um potencial de inteligência”: “É a educação que nos fortalece.”

O que Fidel ensinou

A educação gratuita para todos, que além das qualificações garante também um posto de trabalho para cada aluno, está ao lado do sistema de saúde como uma das grandes conquistas revolucionárias e um pilar do sistema de que os cubanos mais se orgulham e no qual não vêem necessidade de mudanças — mesmo se cambio é o que mais reclamam para poder ter uma vida mais confortável. “Não foi isso que Fidel nos ensinou, que a revolução é mudar aquilo que precisa de ser mudado?”, questiona Esteban, um empresário que leva turistas a conhecer Havana num dos milhares de calhambeques restaurados cujo escape deixa um trilho de fumo negro nas ruas da capital. Enquanto aponta monumentos e conta histórias das disputas entre os mafiosos norte--americanos que controlavam os casinos de Cuba nos tempos da ditadura de Batista, Esteban enumera as grandes virtudes do seu país: a Saúde, a Educação e a segurança. E também os “valores humanos”, aos quais gostaria de acrescentar a liberdade de expressão. Mas, como os seus concidadãos, habituou-se a contar apenas com aquilo que tem “no presente”. “O passado já passou e o futuro é incerto”, justifica.

Onde não se distinguem idades nem profissões é nas referências às dificuldades quotidianas. A vida “está difícil” e “é muito dura”. “Sinceramente, a coisa está má, passamos um mau bocado”, desabafa Luís, um antigo bailarino de 72 anos, que depende da comida distribuída a preços controlados pelo Governo para sobreviver e não tem vergonha de pedir uma “ajuda” a turistas. “É certo que está difícil, mas já esteve pior. E nós cubanos estamos habituados a aguentar.”

Esse é o grande risco político que o novo Presidente enfrenta, diz William LeoGrande. “O novo Governo está confrontado com uma economia estagnada, cujo processo de reforma ou falhou ou foi suspenso, o que priva a população de esperança num futuro melhor. O aumento das desigualdades é certamente uma preocupação para muitos cubanos, mas seria um problema político muito menor, se as condições de vida fossem melhores”, diz. 

Por isso, aponta, o principal desafio de Días-Canel será “relançar o processo de reformas económicas para elevar o nível de vida dos cubanos”, uma missão complicada que o obrigará a “gerir o descontentamento das elites perante a expansão das críticas da opinião pública” e a “navegar a difícil relação com os Estados Unidos” depois de Donald Trump ter voltado a pôr as relações entre os dois países no congelador.

FONTE PUBLICO.PT

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Estados Unidos, Reino Unido e França levaram a cabo, esta madrugada, uma operação de "bombardeamentos de precisão" na Síria, como resposta ao uso de armas químicas contra civis. Stampa E-mail
Sabato 14 Aprile 2018 09:44

EUA, Reino Unido e França atacam complexos químicos na Síria e Rússia promete reagir

 

A operação foi realizada em coordenação com Reino Unido e França, revelou o presidente dos EUA, numa declaração ao país.

Segundo o chefe de Estado Maior Conjunto dos EUA, o general Joseph Dunford, os ataques foram ordenados contra três alvos relacionados com a produção ou armazenamento de armas químicas do governo sírio: um centro de investigação científica utilizada para a "investigação, desenvolvimento e testes de armas químicas e biológicas", perto de Damasco; um depósito de armas químicas, a oeste de Homs, onde eram armazenadas as principais reservas de gás sarin; e um outro armazém e "importante centro de comandos" na mesma região.

O ministério da Defesa russo indicou que foram disparados mais de 100 mísseis nas últimas horas sobre a Síria, tendo sido intercetados "um número considerável destes". De acordo com a BBC, este foi o ataque ocidental mais significativo contra a administração de Bashar al-Assad, em sete anos de guerra civil na Síria. Com esta operação, os militares norte-americanos contam ter "atrasado em vários anos" o programas de armas químicas da Síria, através da perda de dados, material de produção e químicos para produzir as armas.

O Pentágono revelou ainda que o ataque já terminou e que foi uma ação única, não se tratando de uma operação de longo prazo. As ações desta noite não foram coordenadas com a Rússia e não terão provocado a morte de civis, segundo os responsáveis militares. A televisão síria adiantou, no entanto, que três civis ficaram feridos.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, apoiou o ataque conjunto, considerando que tal "reduzirá a capacidade do regime" de Asad de voltar a atacar a população com armas químicas. "A NATO condenou sistematicamente o uso continuado por parte da Síria de armas químicas como uma clara violação das normas e acordos internacionais", afirmou Stoltenberg em comunicado no site da instituição.

O embaixador russo nos EUA, Anatoly Antonov, garantiu que "tais ações não serão deixadas sem consequências" e considerou que Moscovo está a ser ameaçado. "Insultar o presidente da Rússia é inaceitável e inadmissível", acrescentou. E o Governo iraniano advertiu para as "consequências regionais" do ataque, considerando-o uma "flagrante violação do direito internacional".

A primeira-ministra britânica, Theresa May, já confirmou o envolvimento britânico, afirmando que "não havia uma alternativa praticável ao uso da força". No entanto, May fez questão de sublinhar que não se trata de uma "mudança de regime", mas evitar o uso de armas químicas contra civis. Segundo a BBC, o envolvimento britânico terá passado pelo uso de quatro aviões Tornado equipados com mísseis.

Emmanuel Macron também confirmou o envolvimento francês na coligação com os EUA, garantindo que se trata de uma "resposta limitada à capacidade do regime sírio em produzir e usar armas químicas". "Não podemos tolerar a normalização do uso de armas químicas", afirmou. Síria e Rússia negam que o ataque químico tenha acontecido.

 

fonte JN.PT

 
ONLINE Stampa E-mail
Giovedì 12 Aprile 2018 20:24

Portugal é líder no combate à pirataria ilegal na Internet

 Mais de mil milhões de links/conteúdos bloqueados em 2017 e uma diminuição de 56,7% nos acessos ilegais fazem de Portugal líder mundial na neutralização de ações ilegais nesta atividade. Estes números vão ser esta sexta-feira alvo de análise numa conferência internacional, que decorre no Centro Cultural de Belém, em Lisboa e é dedicada à "Situação Atual dos Direitos de Autor e Conexos".

 

A GEDIPE (Associação para a Gestão de Direitos de Autor, Produtores e Editores) organiza este evento, onde participam alguns dos mais conceituados especialistas mundiais da área, com destaque para Pierre Sirinelli, professor na Universidade de Paris, especialista na retransmissão on line e radiodifusão), Silke von Lewinski (do Instituto Max Planck) ou Mihály Ficsor, considerado o inventor do direito de colocação à disposição na Internet. Os especialistas portugueses Susana Gato, António Paulo Santos e Victor Castro Rosa e o cineasta António-Pedro Vasconcelos são outros nomes fortes do painel.

António Paulo Santos, diretor-geral da GEDIPE e da FEVIP (Associação Portuguesa de Defesa de Obras Audiovisuais), espera que as reflexões dos oradores convidados e o respetivo debate "venham contribuir positivamente para melhorar as propostas legislativas, neste momento em discussão, no seio da União Europeia". "Não temos dúvidas que irão concluir num sentido claramente favorável à proteção dos titulares de direitos de propriedade intelectual face ao manifesto desequilíbrio entre os prestadores de serviços de conteúdos em linha e os criadores intelectuais", disse ao JN.

Sobre os bons resultados conseguidos no país, em termos de combate a este fenómeno da pirataria, o mesmo responsável sublinha que
"Portugal é líder mundial porque encontrou um sistema de autorregulação com tutela administrativa simples, que na realidade configura um eficiente sistema de prevenção criminal sem necessidade de interposição dum procedimento judicial".

António Paulo Santos diz ainda que "não há nenhum outro país que obtenha um tão elevado sucesso neste desiderato", sendo, por este facto, Portugal apontado como "um exemplo de boas práticas e um modelo a seguir".

Para o responsável, além das medidas, claramente preventivas, que foram feitas a par com um portal identificativo das ofertas legais, "deve-se manter, também, as entidades que colocam a publicidade na rede informadas dos sites que são ilegais de modo a evitar o financiamento dos mesmos por recurso à via publicitária".

Por último, a GEDIPE sugere aos académicos, decisores políticos, magistrados e a todos os profissionais que se cruzam com estes temas no seu dia a dia, que aproveitem o conhecimento e as reflexões que certamente sairão desta conferência, que faz parte de um plano estratégico de partilha do saber especializado que se pretende generalizar na sociedade da inovação e do conhecimento.

No evento, em que o papel dos motores de busca e dos prestadores de serviços de acesso à Internet e o bloqueio de websites estarão na ordem do dia, e que também serão alvo de análise por alguns dos maiores especialistas que acompanham de perto as negociações e os processos legislativos da reforma em curso neste setor, o objetivo é também apresentar um contributo para a evolução e melhoria dos normativos aplicáveis à definição e repartição global dos Direitos de Autor e Conexos.

 

FONTE  Paulo Lourenço jn.pt

 
O nosso Governo esteve bem ao manifestar autonomia e em procurar veicular para fora a imagem de que giza políticas independentes. Stampa E-mail
Giovedì 05 Aprile 2018 13:07

Portugal e o caso Skripal

O ataque em solo britânico  com gás neurotóxico (“Novichok”, asseveram os ingleses) ao ex-espião russo Serguei Skripal e à sua filha Youlia abriu um foco de instabilidade nas relações diplomáticas com a Rússia como já não se via desde os tempos mais críticos da Guerra Fria. E isto porque, primeiro, os chefes de Estado e de governo da União Europeia (EU) decidiram chamar o respetivo embaixador em Moscovo “para consultas”, o alemão Markus Ederer, depois, por pressão da primeira-ministra britânica, Theresa May, decidiram prosseguir no castigo diplomático a Putin mas, desta feita, em coordenação com os EUA. A história é sobejamente conhecida, pois muitos ainda se lembram de que a expulsão de diplomatas russos era useira e vezeira nos tempos anteriores à queda do Muro.

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Parece-me supérfluo enfatizar que a diplomacia tem como função a representação e defesa dos interesses de um Estado, na ordem externa, e, em consequência disso, o desenvolvimento de um conjunto de práticas, de costumes, de regras e de entendimentos, muitas vezes, até, pertencentes ao domínio da metáfora, quando não mesmo ao domínio do não-dito. Por isso, o recurso à expulsão pura e dura de diplomatas, para mais sem provas claras e isentas de comportamentos conspiratórios por parte do país que representam, nada resolve, criando nas pessoas, em geral, a ideia de que se trata de mera gesticulação e de pura cosmética política, a fim de maquilhar “fake news”, notícias falsas surgidas nas chamadas redes sociais e nos grandes meios de comunicação de massa.

Referindo agora em concreto o nosso país, como entender a posição de “tomar boa nota” do Ministério dos Negócios Estrangeiros e a “chamada” a Lisboa do embaixador português em Moscovo? A posição de Portugal é de reserva para, assim, não hostilizar Moscovo e, ao mesmo tempo, evitar a expulsão de um diplomata português, caso Lisboa venha a seguir a linha da UE. Não deixa de ser curioso de notar que se amiudadas vezes alinha com os seus parceiros comunitários, noutras ocasiões procura demonstrar ter uma política externa autónoma.

Este serpear diplomático é certamente vantajoso para nós ainda que possa levar algumas chancelarias a não nos darem credibilidade por ausência de coerência e rigor. De qualquer forma, e independentemente do que os outros pensam, o nosso Governo esteve bem ao manifestar autonomia e em procurar veicular para fora a imagem de que giza políticas independentes.

fonte publico.pt

 
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